Sob a condução do presidente da Câmara Municipal, advogado Sérgio Bouez (PSB), aconteceu nesta terça-feira (01), no Porto Oficial da cidade, uma reunião com empresários, autônomos e autoridades de Guajará-Mirim e Guayaramerin. Dois assuntos fizeram parte da pauta do evento: a abertura dos portos de ambos os lados da fronteira e ponte binacional.

Dentre os presentes, o prefeito de Guajará-Mirim, Cícero Noronha, o secretário Regional do Governo Estadual, Flávio Derzerti, membros da Associação Comercial, procuradorias tanto da Câmara como da Prefeitura, representações da Câmara e da Alcadia boliviana, agentes da diplomacia dos consulados dos países vizinhos, donos de empresas de transportes fluviais, líderes autônomos do transporte tipo rabeta, líderes de mototaxistas, dentre outros.

No consenso geral, todos desejam apenas uma coisa: uma saída para a situação imposta pelos decretos de Governos dos dois países e pelos órgãos de saúde que fecharam as fronteiras nas cidades-gêmeas por conta da paranoia da pandemia Corona-Vírus. Há pelo menos seis meses as porteiras que interligam os dois países estão fechadas.
Esta situação afeta a economia das duas cidades. Tudo está parado. O que todos estão querendo nada mais é que o retorno do livre trânsito comercial com respeito às normativas impostas pelas cartilhas dos órgãos de saúde e decretos de Governos. A continuar do jeito que está, os setores de transportes fluviais, moto-transporte, taxistas, cambistas de moedas, chapas, restaurantes, lanchonetes, comércio em geral e autônomos de todos os âmbitos estarão vendo minguadas suas economias e o sustento de suas famílias.
Na ocasião, falações com nítido sentido tendencial foram deitadas e roladas sobre o assunto por parte de alguns políticos locais experts em encantar serpentes e fazerem se escutar por ouvidos moucos. Objetivo como sempre, honesto consigo mesmo e com os outros, o presidente da Câmara sugeriu que, em proveito do encontro, se fizesse a confecção de um ofício consensual entre as prefeituras de ambos os países com apoiamento das Câmaras de fronteira e das pessoas presentes ao evento para a abertura comercial dos portos.

De acordo com as palavras do presidente do Legislativo, este documento com a firmação de acordo binacional trataria em seu bojo de um projeto viável com respeito aos protocolos que estão se fazendo precisos para o retorno normal do tráfego de produtos comerciais entre Brasil e Bolívia.
Montado e composto pela procuradoria da Câmara numa sala anexa ao espaço onde ocorreu o encontro, o documento com a proposta de mudanças nos decretos oficiais do Governo obteve a rubrica de todos os partícipes do evento. Este ofício deverá estar seguindo agora o trâmite normal de informação aos consulados de Brasil e Bolívia, Polícia Federal, Receita Federal e Anvisa.

PONTE BINACIONAL
Em relação aos alardes de notícias que estão dando conta de que a ponte binacional estaria saindo através da cidade de Costa Marques, Sérgio Bouez garantiu a todos com provas palpáveis através de papel timbrado do Congresso Nacional, com assinatura do deputado federal Lúcio Mosquini (MDB), de que não existe nenhuma conversa oficial em Brasília a respeito. O que existe de fato é um projeto do DNIT aprovado desde 2008 para a construção da ponte Brasil-Bolívia através de Guajará-Mirim, com empenho no valor de 150 Milhões de Reais, mas que se encontra parado por motivo de escassez de recursos. A questão agora é batalhar para conseguir viabilizar este projeto.
De acordo com Sérgio Bouez, a ponte binacional depende também da criação de um comitê de vários setores sociais com fins de fiscalizar os trâmites do processo de construção desta ligação de trânsito com a Bolívia.

Fonte: Assessoria

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