Por Fábio Marques
A cada vez que sou obrigado a encarar uma viagem de ônibus entre Porto Velho e Goiânia, mais me surpreendo com o ritmo de avanço e progresso de todas as cidades que margeiam a Rodovia 364. De Candeias até Vilhena, todas as cidades são prósperas e suas riquezas não vêm apenas das terras férteis. Candeias, Ariquemes, Ouro Preto, Ji-Paraná, Médici, Cacoal, Pimenta Bueno e Vilhena possuem empresas, indústrias, comércio forte, produção agrícola e pecuária de alto potencial, mas o destaque especial vem do apoio do Governo do Estado através de políticos atuantes que se envolvem com o desenvolvimento destas cidades.
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Não há como comparar estas cidades com Guajará-Mirim. São cidades que além de se situarem numa região de agronegócios, também possuem políticos voltados para os interesses destes espaços da geografia física de Rondônia. E para ajudar ainda mais, estão contando com o suporte do Governo do Estado que privilegia estas regiões e esquece Guajará-Mirim.
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É fato que uma cidade que possui homens públicos com desenvoltura moral, intelectual e empresarial que se arriscam em seus negócios é algo imprescindível para toda a região municipal. Agora uma cidade cuja economia sempre está girando toda em cima do funcionalismo público e onde a massa crítica de empresas é mínima, possui poucas chances de vida próspera para seus habitantes. Portanto, se os líderes políticos locais não se fizerem presentes e derem uma porrada na mesa para exigir seus espaços, iremos prosseguir vivendo de esmolas dadas por este governo de merda sem qualquer projeto de avanço para a cidade.
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Se for para comparar Guajará-Mirim com outras cidades do Estado de Rondônia, a “Cidade Pérola” se enquadra entre as piores. Nesta cidade não existe opção de lazer para a população. Não temos um parque decente e atrativo, não temos um estádio moderno, não temos times de futebol à altura, não temos um ginásio de esportes. Então o que se faz nos finais de semana? Ou vai-se para os botecos encher os cornos de cachaça ou fica-se em casa vendo TV. Então a única opção de lazer é o álcool e a televisão. Esta administração municipal é um zero à esquerda, um desastre em todos os sentidos. Só promessas, conversas fiadas e pessoas sem preparo algum para os cargos que exercem.
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Já se estende por mais de dez anos o problema da obstrução da Rodovia 421 que ligaria Guajará-Mirim a Ariquemes e poderia dar um fôlego a mais para a economia municipal. A coisa emperra por conta de alguns órgãos públicos que procuram atender a uma arcaica ideia de preservar o meio ambiente que na prática não se sustenta. Ninguém vai devastar a floresta. A cidade de Guajará-Mirim não está crescendo também por conta destes eco-chatos que não desejam o progresso de Guajará-Mirim e acabam freando as indústrias que querem investir no município e contribuir com a geração de emprego e renda para os jovens que hoje se afundam nas drogas por falta de perspectivas. Indústrias valorizam a cidade. Novas estradas valorizam a cidade.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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