Alfreda Acioly, campeã nacional de fisiculturismo, que mora na localidade de Jacy Paraná, distrito de Porto Velho, em Rondônia afirmou que está curada da Covid-19. Segundo ela, foram dias muito difíceis. 
- Quando recebi o teste de positivo da Covid, levei um susto, fiquei com medo de morrer, exclamou a atleta.

Ela conta que a febre judiou bastante e foram sete dias com sintomas mais duros. A atleta se manteve isolada para não contaminar outras pessoas, e foi mais forte que a doença. Agora os momentos de angústia ficaram só memória.

- Imagine só, eu como atleta, que tenho uma imunidade e uma boa alimentação, tomo minhas vitaminas, senti o quanto essa doença é cruel, imagine outras pessoas, afirma Alfreda.

Ela não esquece o apoio recebido para que permanecesse em casa e cumprisse os protocolos da quarentena, conforme a recomendação das autoridades de saúde. E segue já pensando em retornar aos treinos de forma gradativa.

De recado, Alfreda Acioly aconselha para que as pessoas fiquem em casa se puderem, neste momento de isolamento social.

- Precisamos pensar no próximo. Evitar que o vírus chegue até as outras pessoas, não podemos levar, isso está matando. Vamos ter força e fé e tudo vai passar para voltarmos à vida normal, finaliza Alfreda Acioly, em entrevista à reportagem da Rede Amazônica.


Com a pandemia mundial do novo coronavírus todas as competições em modalidades diversas foram suspensas e outras canceladas, como os Jogos Olímpicos, do Japão. No fisiculturismo a realidade não tem sido diferente. Para evitar aglomerações e frear a proliferação do vírus, as academias de ginástica foram fechadas por determinação das autoridades de saúde.

Em Jacy Paraná, Alfreda Acioly busca alternativas num cenário com muito verde e espelho de água para não perder a forma física, até que tudo passe e possa voltar as competições.

A preparação física é de causar inveja em muita gente. Alfreda Acioly vive para a malhação. Cumpre uma rotina de treinos diários e não é só isso, a alimentação também é voltada para a prática do esporte, o fisiculturismo.

É um esporte caro. Demanda o uso de horas de academia de ginástica, compra de nutrientes vitamínicos voltados a manutenção do corpo, que é ferramenta para as apresentações nas competições pelo Brasil e outros países.

Só com os treinos e alimentação são gastos um alto valor mensal, que varia conforme a competição. Daí a necessidade de ter bons patrocínios, fazer apresentações, desfilar e gravar comerciais de lojas da moda fitness.

Campeã Brasileira Bikini Model 2018
A maior conquista foi há dois anos. Se apresentando em Florianópolis, SC, a fisiculturista de Rondônia sagrou-se campeã Brasileira do Bikini Model 2018.


Campeã Brasileira já no segundo ano de competições, a primeira foi em 2017. Nada mal para um início de carreira de uma mulher atleta do interior da Amazônia, que superou e supera todas as adversidades para conquistar um cobiçado lugar de destaque no fisiculturismo do Brasil e do continente.

Top 3 Sul-americano
Foi no mesmo ano da conquista do Brasileiro, que Alfreda Acioly quase ganhou o Sul-americano 2018, realizado em Curitiba. A atleta de Rondônia foi a terceira melhor no ranking da América do Sul.

No início deste ano, disputou o sul-americano em Lima, no Peru e obteve novamente a terceira colocação. São dois anos consecutivos como Top 3 da América.

Rondoniense
A atleta Alfreda Acioly, nasceu em Vila Murtinho, localidade histórica, de Nova Mamoré, interior de Rondônia. O lugar era uma das estações de paragens da Maria Fumaça, o trem da lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construída no início do século passado para o transporte da borracha.

Os pais de Alfreda vivem até hoje em Vila Murtinho. Lugar que a atleta busca refúgio sempre que pode, pois encontra muita tranquilidade, acolhida da família e um cenário rico para novos posts fotográficos.

Fonte: Globo esporte

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