Por Fábio Marques
Na manhã deste domingo, em visita à casa de minha mãe nas cercanias do Mercado Público, fui abordado de forma abrupta pelo senhor prefeito desta mística aldeia que, dedo em riste, me apontou acusações e invectivas fazendo do espaço onde me achava uma arena para seu trágico teatro.
Movido pela cólera, o cidadão em questão trovoava entre outras coisas que minhas críticas à sua atuação como homem público haviam chegado num limite e que eu tomasse muito cuidado com as medidas cabíveis.
Quem acompanha minhas crônicas semanais nos sites da cidade é sabedor que minhas críticas são todas políticas. Procuro sempre não atacar a vida pessoal de ninguém. Procuro sempre não agredir as pessoas. E sempre dou nomes às figuras públicas quando critico suas atitudes.
Nestes sessenta dias de governo, nunca chamei o senhor prefeito de corrupto, nunca associei seu nome a coisas nocivas, nunca o acusei de nada em relação a atos marginais, até porque tenho a mais plena consciência de que ele não praticou nenhuma dessas ações. O caso é que fiquei perplexo com a situação exposta e com a falta de traquejo no trato político do citado cidadão.
Todas as discussões políticas são saudáveis para o avanço da democracia, pois refinam idéias, opiniões e formas de conduta. Contudo, a vaidade e a retaliação só servem para aumentar nas pessoas ditas racionais a crença de que somente fazendo política é que iremos conseguir melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Não é hora de embates pessoais. É hora de conjugar esforços em prol de uma cidade mais aprazível para todos.
Hoje Guajará-Mirim está passando pela pior experiência política de sua história. Desta forma, devemos nos reunir em torno do avanço da Cidade Pérola, do progresso da cidade, fazendo se caso for possível uma oposição positiva e que realmente resulte em melhorias para toda a população.
Caro Prefeito, o poder não está no voto, no dinheiro, na influência e tampouco na força das empresas amigas. Na verdade, ele está na reunião de idéias e vontades em busca de realmente conseguir fazer a diferença para melhorar um bairro, uma cidade, um país e até o planeta.
Guajará-Mirim está como uma nau à deriva. A vontade da maioria de sua população elegeu uma pessoa com vontade de fazer, de ajudar, de trabalhar, enfim de melhorar e muito a cidade. Mas está faltando parar com futricas e transformar toda esta vontade em atitudes práticas.
Com as críticas também se aprende. Não estamos num estado policial onde todos vigiam todos. Respeito a sua história de vida, a maneira que você construiu sua carreira nos negócios e na política. Agora, você deveria respeitar um pouco mais a opinião e a história das pessoas e suas famílias que são tão dignas quanto a sua história e de sua família. A tomada de consciência para os próprios erros é o primeiro passo para se reinventar. Fazer um balanço de si mesmo é dissipar nuvens esparsas.
*Da seleção das melhores crônicas do autor.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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