O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Guajará-Mirim, realizou entregas de máscaras produzidas em projeto que integra pesquisa e extensão, denominado “Costurando a proteção da Covid-19”. As máscaras estão sendo produzidas por acadêmicos e docentes que compõem o projeto, além de outras pessoas que foram convidadas para serem colaboradoras e voluntárias. Foram costuradas e doadas 1.700 máscaras, sendo entregues cinco máscaras a cada pessoa da família.
A ação iniciou em maio e deve seguir até agosto de 2020. O objetivo é produzir máscaras de tecido reutilizável para pelo menos 600 famílias em vulnerabilidade socioeconômica, principalmente dos bairros Jardim das Esmeraldas, Planalto, Santa Luzia e Triângulo.
 Os beneficiados, até o momento, foram a Casa da Criança, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Nova Vida (ASCANOV), a Associação de Deficientes Físicos de Guajará-Mirim (ASDEFIG) e famílias da Comunidade Santo Antônio/Paróquia Nossa Senhora Aparecida/Diocese de Guajará-Mirim e do Bairro Próspero. “A ASCANOV de Guajará-Mirim tem o prazer de fazer os agradecimentos ao Instituto Federal de Rondônia (IFRO) pelas doações de máscaras aos sócios da entidade, que protegerão os catadores do mal que a pandemia da covid-19 pode causar. Nossos sinceros agradecimentos e parabéns pelo projeto”, disse o Presidente Luís Justiniano Atiare. 

  

A Diretora-Geral do Campus Guajará-Mirim, Elaine Oliveira Costa de Carvalho, acompanhou a primeira entrega à ASDEFIG, passando às mãos do presidente da Associação 390 máscaras. Segundo o presidente da entidade, Sebastião Alves Ribeiro Junior, “a entrega de máscaras a pessoas em vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes à Associação, contribui não somente para a proteção individual, mas alivia a tensão do risco de contaminação do outro”. Já Elaine Carvalho reafirma ser “muito gratificante ter projetos como esses, pois o campus está cumprindo com uma das suas responsabilidades sociais, ao participar das ações de combate à covid-19, auxiliando as pessoas a se prevenirem. Confirma que somos uma instituição solidária, em que servidores e alunos, produzindo máscaras, mostram-se sensíveis e preocupados com a vida humana”.



Projeto
 Desde o início de maio deste ano, a ação foi colocada em desenvolvimento com previsão inicial de confeccionar duas mil máscaras em tecido 100% algodão, com recursos do Edital 7/2020/Reitoria/IFRO, para doação a famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica e a associações representativas. Ao final do mês de maio, com recursos do Ministério Público do Trabalho (MPT)/Justiça Federal, foi iniciado um segundo projeto, também com a previsão de quatro meses para conclusão. Na avaliação dos coordenadores, será possível a entrega de todas as máscaras em menor tempo, visto que a produção está bem adiantada.


Na nova versão do projeto, a realização ocorre somente com voluntários, todos servidores do IFRO: Celina Kênia de Andrade, Elaine Oliveira Costa de Carvalho, Decio Keher Marques, Luciana Ranzula, Wanderson Ribeiro de Oliveira, Marcela dos Santos Lima e Luciana Bandeira de Souza. O projeto é coordenado pela professora Maria Enísia Soares de Souza e conta com uma equipe de colaboradoras, as professoras do Campus Guajará-Mirim, Celina Kênia de Andrade, Luciana Ranzula e Quezia Cristina de Lima Santos e cinco alunos bolsistas: Maria Leonila Fernandes Silva (Licenciatura em Biologia) e Michele Peres de Oliveira, Gean Castro de Oliveira, Lucas da Silva Campos e Wilker Airan da Cunha Ruiz (todos do Curso Técnico em Suporte e Manutenção em Informática). Conforme o bolsista Lucas Campos, “geralmente nós aprendemos algo novo para benefício próprio, mas é muito gratificante aprender algo novo para ajudar outras pessoas. Estamos salvando vidas e isso não tem preço”.

Atuando como voluntária, a professora Kênia é colaboradora nas duas versões do projeto. “Eu me sinto muito grata de fazer parte, porque me sinto apoiada pela ação, ao mesmo tempo que tenho um sentimento de gratidão, por poder, neste momento, contribuir com a sociedade de Guajará-Mirim. A atividade de costurar tem servido como uma terapia para mim, sinto-me útil, sabendo que, pelo nosso trabalho, estamos levando proteção às pessoas que precisam e, elas, as pessoas, ao usarem as máscaras, produzidas por nós, não só se protegerão, mas também protegerão outras. Estamos em um momento difícil. A gente se pergunta: o que podemos fazer para se nos sentir melhor e fazer com que as outras pessoas também se sintam melhor?”.

É importante registrar que a equipe tem o cuidado de confeccionar diferentes tamanhos e modelos, zelando pela qualidade do que está sendo doado, além da preocupação com a higienização dos produtos. Quanto à triagem e identificação das famílias que devem receber máscaras, o projeto conta com o auxílio da professora Maria de Fátima Fernandes e de líderes de associações.

Para o desenvolvimento dos projetos, foram adquiridas cinco máquinas de costura visando à otimização do trabalho de confecção. Máquinas essas que serão destinadas, posteriormente, ao curso FIC de Corte e Costura. “Desenvolver o projeto significa a oportunidade de colaborar com as pessoas, levando um pouco de proteção, em tempos tão difíceis, representa ainda ‘estender a mão’ ao outro, como se disséssemos: ‘juntos vamos nos tornar mais fortes’, e vamos vencer essa crise, doar máscaras é doar proteção à vida”, encerrou a coordenadora dos Projetos, professora Enísia.
Fonte: Assessoria

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