Por Fábio Marques
O presidente da Câmara Municipal, advogado Sérgio Bouez, se reuniu na última quinta-feira com uma Comissão cidadã voltada para o combate ao corona-vírus, o Secretário Regional do Governo de Rondônia, Flávio Derzerti e o coordenador do Barco Hospital, Giovani Guascala. Em pauta, cobranças quanto à conclusão da construção do Hospital Regional do Governo do Estado, o retorno dos serviços do Barco Hospital e reclames gerais acerca da atuação da Secretaria de Saúde do Estado e do sistema de Saúde Municipal.
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Os atores sociais que tomaram parte desta Comissão de combate à pandemia nesta reunião esteve listado pelo lojista Xerxes Andrade, Juvenal Dácio, Ivan Paduim, Anderson Dalmoro, Leonel da Silva, Antônia Aranha e Argeu Barbosa.
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Na ocasião muitos reclames se fizeram acerca da atuação- ou omissão- do secretário de Saúde Municipal. De acordo com os relatos, está faltando quase tudo no Hospital Regional, desde material de equipagem para os agentes de saúde até aparelhos, insumos e medicamentos. Quiseram saber estes cidadãos do porquê de a Câmara não está tomando as rédeas da situação em relação às cobranças de responsabilidade da Secretaria de Saúde no caso corona-vírus, como em outras cidades do Estado.
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Como exemplo de eficácia e qualidade em matéria de saúde pública, citaram as cidades de Nova Mamoré, antigo distrito de Guajará-Mirim e Extrema, na fronteira com o Estado do Acre.
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Quando indagado sobre as operações do Barco Hospital, o coordenador responsável disse que este complexo aquático estará fazendo nos próximos dias uma barreira social fluvial nos limites que separam os rios Pacaas Novos e Mamoré, onde haverá uma filtragem das pessoas que residem e trafegam nos locais às margens destas vias navegáveis no intuito de permitir ou proibir viagens com destino à Guajará-Mirim sem maiores precisões. O Barco Hospital levará material para exames, médicos, equipe de enfermagem e pessoal de farmácia. Contará com a parceria das Forças Armadas, Polícia Militar e Funai.
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A Comissão também questionou o Secretário Regional Flávio Derzerti a respeito da previsão para o término das obras do Hospital Regional que o Governo do Estado iniciou no longínquo 2013 e hoje figura apenas como um mostrengo de concreto ao abandono. O secretário respondeu que a perspectiva de entrega do edifício médico é para daqui a 18 meses por conta de uma pendenga judicial que se encontra rolando nos tablados forenses e que envolve a empresa licitada e o Governo de Rondônia.
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Com muita elegância e boa educação parlamentar, o presidente do Legislativo Municipal se ateve aos assuntos tratados em todos os seus detalhes deixando claro e evidente que medidas cabíveis estão sendo tomadas pela Câmara junto à Promotoria de Justiça em relação a atos falhos que ocorrem na Secretaria Municipal de Saúde. Quando alguém lhe questionou sobre a não participação de outros vereadores nestas reuniões, redarguiu dizendo que não cabe à presidência da Casa de Leis obrigar aos edis que participem. Correto. Cada vereador é detentor de seu mandato, cabendo apenas à população que escolheu, avaliar a atuação destes agentes públicos.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.



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