Um início de motim ocorreu na Casa de Detenção Masculina de Guajará-Mirim/RO, após um preso necessitar de atendimento médico, os apenados se revoltaram com as ações dos policiais penais dando iniciou a uma rebelião, onde dois presos foram mantidos como reféns.
Nas imediações do presídio se ouviu disparos e gritos, durante a madrugada
Passava das 22h deste domingo, 31, quando apenados chamavam pelos policiais penais para que atendessem um preso que passava mal, segundo informações obtidas pela reportagem do jornal e site O Mamoré, o detento apresentava os sintomas da Covid-19 e foram recebidos com spray de pimenta e bala de borracha. Um dos apenados disse que eles sempre são colocados com o rosto virado para a parede, e mais uma vez quando isso ocorreu, ao invés do atendimento ao detento que precisava receber socorro, foi então que os apenados se revoltaram e iniciando assim uma rebelião. Dentre os motivos, os apenados alegam também que há presos com ‘cadeia vencida’ e não são soltos, nas celas cabem até 10 presos, porém nelas estão alojados cerca de 15 a 16 presos vivendo em péssimas condições, relatos também apontam que o novo coronavírus está dentro do presídio. Os apenados alertaram que a rebelião tem intenção pacífica, exigindo a retirada do diretor geral do presídio.
Uma equipe de Porto Velho chegou por volta de 7h para negociação com os apenados. Até a publicação desta matéria a rebelião durava mais de 10 horas na Casa de Detenção.
 Fonte: O MAMORÉ

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