Por Fábio Marques


Na data de 07 de Abril celebra-se o Dia do Jornalista. Uma das atribuições do jornalista é relatar tudo o que ocorre de errado em todos os âmbitos de poderes. É verdade que a Imprensa aqui e acolá tem errado ao noticiar boatos como se fatos fossem. Ainda assim, mesmo com estes tropeços, a intenção da Imprensa é acertar. A Lei de Imprensa tem amparo da Carta Magna. Querer silenciar a Imprensa como desejam alguns tiranos dotados de poderes políticos remete à época medieval em que pessoas contrárias ao status quo eram lançadas à fogueira. A censura acabou há décadas e a verdade tem que ser levada ao público, doa a quem doer.
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Vivemos num mundo repleto de ignorantes e perigos constantes. No mundo moderno existem alguns países com poderio para destruir o planeta pelo menos setenta e duas vezes. Quanta ignorância! Uma vez bastaria. Estes países descobrem maneiras de destruir, mas não descobrem vacinas para as novas doenças e nem fórmulas mágicas para a compreensão humana.
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Também vivemos num país onde um Ministro da Saúde está correndo iminente risco de demissão por combater uma pandemia de acordo com as normativas dos órgãos mundiais de saúde. Vivemos num país em que temos um palhaço na presidência e não um chefe de Estado. Vivemos num país onde existe um séquito de robôs androides, súditos xiitas do ditador fascista - inclusive na Imprensa - que sem opinião própria, dedicam seus tempos a ficarem fazendo papel de idiotas nas redes sociais copiando clichês, artigos e discursos, por não serem capazes do bom diálogo ou ainda por serem falhos de argumentos plausíveis.
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Nenhuma decisão de um chefe de Estado que pudesse envolver a vida das pessoas deveria ser tomada sem prévia consulta de suas condições emocionais e psicológicas. Afinal, todo ser humano é falível e ninguém é dono da verdade. O destino das pessoas e de toda a nação não podem depender de decisões alopradas de porras-loucas.
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Primeiro o monarca autocrata sugeriu um ativo de 200 contos para ajudar os autônomos e demais pessoas afetadas em suas ocupações liberais. O Congresso conseguiu emplacar 600 patacas, quando o mais justo e condigno seria um salário mínimo para cada cidadão. Mas o lado bom da história e que, mesmo por vias tortuosas, chegamos bem próximos do comunismo. No comunismo de verdade todos teriam direito à saúde de qualidade, à educação de qualidade, emprego, transporte, moradia, alimento e lazer bancados pelo Estado.
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E neste sistema, o Estado ainda bancaria para aqueles que se encontram em nível de pobreza absoluta o direito a uma renda mínima. Ou seja, todos os cidadãos teriam como seguros seus direitos básicos desde o momento da concepção até a morte.
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Diante da ameaça da doença Corona-Vírus, me surpreendo com alguns radialistas da cidade a promover grupos de orações para afastar a moléstia. Atentem: a ciência acaba de desbancar a religião fechando as igrejas e não o contrário. Quanto às orações, o Corona-Vírus manda avisar que está morrendo de medo...
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.


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