Por Fábio Marques
O prefeito de Guajará-Mirim deveria estar contente pelo fato da doença da moda, o Corona-Vírus ter tomado conta de todos os assuntos e atenções. Diante do bombardeio de notícias a respeito da moléstia, cuidados e precauções a serem postas em prática para se evitar os contágios, as pessoas parecem estar pouco ligando para os problemas da cidade que, tirante a ameaça da doença, prosseguem os mesmos, quando não piores.
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Afora a 15 de Novembro, principal artéria viária da cidade, não há uma só avenida em condições normais de tráfego. Crateras e lamaçais aumentam todos os dias causando danos e prejuízos para pedestres, ciclistas e donos de veículos. Há problemas de toda espécie, desde carros e motos quebrados em acidentes causados pelos buracos até entradas no pronto-socorro do Hospital Regional de pessoas que saíram com lesões corporais no confronto com os “abismos” nas vias de trânsito.
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A situação da cidade é crítica, chocante e tem criado problemas para todos. Não há nada de bom para noticiar. Não há serviços, não há reparos, não há projetos. O cidadão Cícero Alves hoje já pode se nominar como o pior prefeito que já passou pelo Palácio Pérola. Agora pode até destilar sua verborreia à vontade. O povo não está mais se deixando enganar. Este povo hoje consegue enxergar a burrada que fez de sua vida ao ter votado neste sujeito. O retrato do abandono da cidade e o descaso com a coisa pública dão provas substanciais para a situação que estamos passando.
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As pessoas nos bairros, nas feiras públicas, nas tabernas e nos botecos estão pedindo a cabeça do prefeito. Não a cabeça física, mas a cabeça política. Ocorre que hoje este aprendiz de burgo mestre já figura na parada como um morto sem sepulcro por conta de sua atuação tumular na gerência dos negócios públicos.
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O Centro Cultural e a Biblioteca Municipal, construções situadas a cem metros da prefeitura, hoje são apenas dois monstrengos em ruínas cobertos pelo matagal que enfeiam a paisagem e envergonham a todos os cidadãos diante dos turistas que visitam Guajará-Mirim. Estes edifícios um dia já lustraram a cultura e o saber de estudantes e pessoas ligadas ao segmento. Já dizia um poeta que um país se faz com homens e livros. A situação destes imóveis não é só um descaso do prefeito e da Secretaria Municipal de Cultura. Tal desleixo também acaba mostrando a incultura, a ignorância e a leiguice sobre o assunto tanto do chefe do Executivo como da responsável pela pasta de Cultura.
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Chegamos ao absurdo do caos ou ao caos do absurdo. Está ficando muito alta a fatura que estamos pagando por conta das fantasias e miragens que dominam a cabeça deste cidadão. Numa total ausência de rumos estamos vivendo sem nenhuma razão para se esperar que as coisas melhorem num futuro próximo. A cidade está passando pela pior crise cíclica de sua história. Por conta deste arremedo de administração, o inferno hoje atende pelo nome de Guajará-Mirim.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.


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