Por Fábio Marques
Num acesso de porra-louquice nunca antes visto, o presidente Messias bolsonaro incitou cidadãos à desordem e agora incorre em crime de responsabilidade contra o Estado de Direito. O caso ta rendendo páginas e mais páginas em matérias e artigos nos principais veículos de imprensa do Brasil e do mundo. Existe um ditame que diz que aquele que tagarela em demasia, saúda eqüinos no período matinal. Quem fala demais dá bom dia à cavalos. Por conta desta afronta aberta à Carta Magna que ordena as regras práticas de convívio nesta “Banana-Republic”, Mister Bolsonaro poderá se sujeitar à um processo de impeachment com cimento e concreto nos baldrames legais.
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Querer retaliar com métodos cavernais idéias e opiniões contrárias ao status quo ou à forma de governar constitui-se em censura prévia com nuances de cínico fascismo. Ao colocar este tipo de discurso como prática política, Mister Bolsonaro está agindo como se dono fosse do terreiro alheio. O governo não é o Estado. De acordo com Montesquieu, o Estado são os três poderes. O que o presidente das contendas sociais está fazendo tanto se consiste num agravo à liturgia do cargo que ocupa como se figura numa transgressão à harmonia que deveria haver entre os distintos poderes.
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Querer insuflar à anarquia e à baderna conjuntos de cidadãos contra outros do mesmo estrato da geografia física e política pode resultar em atos de barbárie extrema Brasil afora com efeitos nocivos na economia do país e também nos negócios externos com outros países que se embutem no mosaico terrestre levando ao caos e a miséria total a nação inteira.
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Pior que ainda existe inocentes úteis que aplaudem estes absurdos que só atentam contra a democracia. Sabe-se lá por qual espécie de hipnose que estas pessoas conseguem bloquear a consciência de suas situações em prejuízo de coisas que as induzem a enxergar como próprios seus os nefastos interesses do governo fascista.
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De formação militar, Mister Bolsonaro não tem qualquer idéia sobre o que significa capitalismo, comunismo ou socialismo. Este o problema, porque de vez em quando invade searas políticas sem qualquer noção da política ou das filosofias destas ideologias. Sem formação em ciências políticas, no máximo possui um decoreba a respeito via Livraria do Exército Editora. Daí se oriunda os informes truncados e grosseiros em que resvalam suas opiniões brutescas.
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Aconteceu na quinta-feira, 27 de fevereiro, na Câmara municipal, Audiência Pública para discutir a conclusão do Hospital Regional no bairro de Fátima. Com início das obras em meados de 2013 e proposta para entrega em Maio de 2014, a construção hoje não passa de um mostrengo de concreto sem rumo nem destino. À época o custo total da obra ficou orçado em 10 Milhões e Novecentos Mil Reais. De acordo com planilhas do Governo do Estado, hoje serão preciso aditivos de 3 Milhões e Oitocentos mil para que se retome e se conclua os trabalhos que estão faltando para a entrega do complexo médico para a cidade.
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Uma coisa tem que se questionar: Saúde é uma coisa e construção de hospitais é outra. Não se faz saúde com construções de edifícios. Se não houver uma política de saúde atuante em todos os âmbitos da medicina preventiva e curativa, não vamos resolver nada e qualquer esforço para a conclusão desta construção será mero paliativo.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.




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