Por Fábio Marques
Pessoas de todos os estratos sociais da cidade tem buscado a Câmara Municipal para reclamar da alta absurda no preço cobrado pelo Imposto Predial de suas casas. Protestam com carradas de razões que o aumento no imposto não condiz com as melhorias públicas que a cidade precisa. Sublinham que em todos os setores é a mesma falta de critérios levando a cidade ao caos, desde obras e serviços nos espaços em que transitam, passando pelas escolas em más condições para a educação de seus filhos e chegando na falência da Saúde que encontra-se em estado terminal.
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Ninguém é contrário à cobrança do IPTU. Mas primeiro a cobrança tinha que ser justa e compatível com a renda das pessoas. E segundo, que o montante que se arrecada com o imposto tinha que ser usado em obras e melhorias em toda a cidade. Em três anos de desgoverno Cícero Alves, não existe nenhuma melhoria que justifique o pagamento de tal imposto. E muito menos seu aumento abusivo.
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Disso tudo resulta a insatisfação do povo simples e honesto, aquele que realmente paga seus impostos, porque tem medo de ficar com o nome manchado na praça. Em política nem tudo tem que se basear em critérios técnicos, mas sim na opinião do povo. O jeito de administrar a coisa pública deste sujeito é péssimo, uma vez que deveria escutar a voz popular, o anseio da multidão em vez de dar respaldo para agentes técnicos. Graças a estes técnicos e secretários incompetentes é que seu governo é um fracasso.
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O prefeito tem que entender que o cidadão honesto tem outras despesas além dos impostos abusivos que paga. O cidadão tem que comer e dar de comer para sua família, tem que pagar contas de energia, água, colocar créditos no celular, plano de saúde, empréstimos bancários, contas nas lojas que vendem a crédito, taberna, farmácia, dentre outras coisas. Existem outras maneiras de aumentar a arrecadação da cidade. Mas o prefeito e sua cambada querem ir sempre pelo lado mais fácil.
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Faço na coluna de hoje um apelo para que o senhor prefeito dê um passeio pelos bairros Serraria, 10 de Abril, Liberdade, Próspero, Fátima, Santo Antônio e Planalto. Como é que se vai obrigar as pessoas que residem nestes bairros a pagarem o IPTU para viverem na lama? E como é que o senhor prefeito consegue dormir com uma situação desta? Comece a pensar com o seu coração e não com critérios técnicos, senhor prefeito. Pense mais nas necessidades destes cidadãos.
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A situação da Saúde Municipal também não é das melhores e afeta cidadãos de todos os tecidos sociais. Faz-se preciso urgente atacar os efeitos nocivos do caótico quadro clínico da Saúde Municipal que a cada dia se agrava mais devido ao descaso público. Existe uma demanda crescente de médicos e equipagem hospitalar, recursos e encargos. Não há amparo para pacientes com doenças cardíacas, traumatismos, cirurgias abdominais simples, ortopedia, nada do mínimo do mínimo que possa ofertar um hospital de vergonha.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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