Por Fábio Marques
Aprendi com meu saudoso pai que devemos ser honestos. Mas a cada dia mais a vida se complica. Trabalho o mês inteiro e meu salário vai quase todo para meus filhos e outra parte para despesas com aluguel e conta de energia, sobrando o mínimo para o básico. Todos sonhamos com uma vida melhor, um melhor conforto para nossas casas, um automóvel, uma viagem com a mulher de nossas vidas, mas ta ficando cada vez mais difícil. Aí ligamos o rádio ou a TV e vemos os políticos sorrindo ao falar dos processos de corrupção ao qual respondem. Nestas horas é que questiono: vale a pena ser honesto?
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Em quem confiar quando o assunto varia para a política? Como ter certeza de que após eleito, aquele cidadão que prometeu acabar com as mazelas do povo, não vai acabar se aliando aos corruptos e pensar apenas nos seus projetos de ambição pessoal? Honestidade é virtude em qualquer local do planeta, menos por aqui, porque neste país ser honesto é a mesma coisa que ser otário.
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Para a maioria geral, o que importa é ter dinheiro, seja de que forma for. Nosso problema é cultural e está na nossa criação. Não na criação passada pelos nossos pais ou pelas escolas. Mas na criação do dia-a-dia.
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Ser rico não é crime. Quanto mais gente rica o país tiver, mais vida próspera para todos. É uma das conquistas que mais desejam os cidadãos. É ótimo para a economia e para o futuro do país. É dessa riqueza que surge o investimento em novos negócios, novos empregos, o que ajuda todo mundo. A riqueza espelha a evolução das coisas e o tino comercial dos homens de negócios.
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O que é crime e imoral é ficar rico com dinheiro público, com o produto dos impostos pagos por nós e que em vez de ir para a Saúde, para a Educação, para as obras que as cidades precisam, vai para as contas bancárias de uma cambada de patifes que usam e abusam da política. Isto sim é crime e deveria ser punido com pena de morte, uma vez que esta roubalheira resulta em milhares de mortes nos falidos hospitais públicos.
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Não sou rico e não tenho dinheiro sobrando. Como já disse, passo sufocos para custear os estudos de meus filhos e procurar manter um padrão de vida razoável. Sou servidor público e não tenho casa própria desde que me separei da ex-esposa. Estou pagando aluguel de quitinete e trabalho na Câmara como diretor de Imprensa. E tenho prazer e orgulho de exercer meu ofício nesta profissão. Quero ser vereador e representar a população de bem desta cidade. Minha proposta é de mudanças. E mudanças em política se faz com mandato debaixo do braço. E vou batalhar com afinco para conquistar este mandato.
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Sem dinheiro para a campanha, sinto-me na obrigação de participar deste pleito eletivo como pessoa do estrato popular. Tenho bagagem política. Fundador do PT em Guajará-Mirim e filiado há 30 anos no PDT, sempre me envolvi com os problemas da cidade e com a defesa das causas dos cidadãos. E sempre fiz isto por entender que a política deve servir ao povo e não aos políticos.
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Nesta odisséia espero estar contando com o apoiamento dos amigos leitores.


* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.




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