As coisas em nossa vida tem o valor que damos a elas. Estes valores são mensurados conforme as fases da vida, nosso estado de espírito e nossa própria vivência.

Para uns as coisas materiais tem maior valor. Para outros não. Para uns a ética, a educação, a saúde, a reciprocidade, a solidariedade, a amizade, o amor, a lealdade, o reconhecimento e a família são infinitamente mais valiosos.


Para outros não.


Medimos o valor das coisas conforme nossas próprias regras, nossa própria régua. É uma coisa muito subjetiva e com muitas variáveis.


Contudo, com o passar do tempo e com a vivência aprendemos, com nobreza, com facilidade ou de forma dolorosa, que tudo tem um preço, um custo.


Com dignidade é possível termos ambas as coisas se soubermos ter equilíbrio na vida.


A renuncia, a paciência, a humildade e a fé são instrumentos daqueles que sabem aonde e como chegar, bem como, o que obter.


Portanto, na vida o que vale realmente é o caminhar, a trajetória, a busca, e não o destino ou objetivo final. Por isso que já ouvimos esta frase: “Há coisas na vida que não tem preço. Para todas as outras há o dinheiro”.


Fonte: Autor desconhecido



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