O IFRO (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Campus Guajará-Mirim, finalizou o Projeto de Extensão - “A sociedade que temos à sociedade que queremos”. A culminância foi no dia 23/11, no próprio Campus Guajará-Mirim, reunindo os discentes dos cursos técnicos integrados e da graduação, mais os graduandos dos cursos de Pedagogia, Serviço Social e carreiras afins da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e de faculdades privadas na modalidade EaD (educação a distância).
O projeto envolveu humanização de espaço na DEAM (Delegacia Especializada em Atendimento a Mulher de Guajará-Mirim) a partir de pinturas e a realização da palestra “A desconstrução da violência contra a mulher”, proferida pela Delegada Cheila Mara Bertoglio.
A partir da leitura da Lei Maria da Penha 11.340/06, os discentes fizeram um diálogo com as mulheres na obra naturalista “O Cortiço” de Aluízio de Azevedo. Posterior a isso, participaram na humanização da recepção da DEAM com pinturas inspiradoras, bem como revitalização do jardim externo. Segundo Jamily Nobre Ramos, do Curso Técnico em Biotecnologia, “o projeto foi essencial para sabermos o quanto as mulheres precisam de apoio e que pequenas atitudes tem o poder de mudar, mesmo que pouco, a dor das vítimas de violência. Foi um projeto que valeu muito a pena”.
Também do Técnico em Biotecnologia, Raiciele Patrícia diz que “o projeto trouxe boas experiências e ótimos conhecimentos. Fez com que enxergasse o quanto é importante compartilhar os direitos e a proteção que a Lei Maria da Penha oferece a todas as mulheres, e o mais importante é mostrar como todas as mulheres merecem respeito independente do lugar em que esteja. Somar com o projeto foi gratificante na vida acadêmica e pessoal. A união de todos contra a violência doméstica e familiar somará para uma sociedade melhor”.
Para a Coordenadora do Projeto de Extensão, Maria das Graças Freitas de Almeida, “a culminância foi fruto de um trabalho em equipe do qual resultou conhecimentos sobre a lei Maria da Penha para os discentes, para que sejam multiplicadores no combate à violência contra a mulher. Além de transformar o espaço da recepção da DEAM em um ambiente mais acolhedor”.






Fonte: Assessoria

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