31 de dezembro de 2019

Coluna Almanaque: TEMPO PERDIDO

Por Fábio Marques
Coluna Almanaque: TEMPO PERDIDO

Por Fábio Marques
E o tempo acabou passando. As pessoas se esquecem que o tempo acaba passando e as promessas e programas que fizeram não se cumpriram. O tempo do senhor Cícero Alves na prefeitura já se esgotou. Já não há mais nada a fazer em 2020, a não ser esperar passar a época do inverno e depois encarar a campanha no inútil aguardo da reeleição. Isto se tiver coragem de encarar o povo votante. Foram três anos queimados com discursos vazios e nada de ações políticas que se vejam em prol da cidade. Nada de positivo. Agora é esperar pela lei do retorno. Caso o senhor Cícero Alves saia mesmo a reeleição, tudo aponta que poderá encerrar sua vida política de forma trágica.
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Amigos do agente de rendas Waldemir Andrade, o Caçador, fizeram celebrar com uma partida de futebol na tarde de sábado na Associação do Banco do Brasil, a passagem de sua data natalícia. Caçador foi muito bem na “pelada” e contemplou os presentes com três golaços. À noite o aniversariante ofereceu em sua residência um opíparo jantar para seus convivas.
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O assunto em voga nas redes sociais é o Flamengo e sua torcida xiita. Alguns imbecis gozaram tanto a torcida do Vasco da Gama por celebrar um empate de 4 a 4 com a equipe rubro-negra para depois ficarem de joelhos para agradecer a derrota para o Liverpool. E mais: se vangloriam pelo fato de terem jogado de igual para igual. Ora meus culhões! Jogaram onze contra onze. De igual para igual, portanto. A verdade é que apesar de ter tido bons momentos na peleja, o Flamengo não teve nenhuma chance real de gol. Já o Liverpool teve mais de meia dúzia de chances de golear a equipe da Gávea. Decisão não tem essa conversa de se contentar em estar jogando de igual para igual. Em decisão o que ta valendo é a vitória. E viva o Liverpool!
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A liberdade de expressão é a bússola que norteia o estado de direito numa democracia. No entanto, é preciso senso crítico para analisar a fim de não corrermos o risco de opinar a partir de fatos isolados e fora do contexto. A liberdade de expressão é um grande ganho para a imprensa. Mas isso não exclui desta imprensa a questão ética de trabalhar em cima da verdade sem abusar deste poder que a imprensa tem nas mãos. Afinal, a imprensa tem um papel social enorme que é a formação de opinião, não podendo, portanto, agir de forma leviana ao reportar fatos e notícias.
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No caso da Coluna, me preocupo em informar sobre tudo o que ocorre na seara política municipal. Procuro reportar assuntos que dão conta do atraso que a cidade tem vivido por omissão e descaso dos maus gestores e também noticiar as conquistas e avanços que aqui e acolá se percebem. O prefeito quando vai nas emissoras de rádio, desenha Guajará-Mirim como uma cidade cor de rosa, quando na verdade a cidade está sem rumo, sem governo, imunda, com ruas repletas de buracos e lamaçais, a saúde está um caos, a educação encontra-se em sucata e os cidadãos morrendo aos poucos todos os dias de angústia, raiva, revolta e depressão.
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Está é a última Coluna do ano vigente. Um ótimo 2020 para todos os leitores. Hasta la vista!
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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