3 de novembro de 2019

Coluna Almanaque: SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS CIDADES

Por Fábio Marques
Coluna Almanaque: SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS CIDADES

Por Fábio Marques
Matéria publicada nos sites da cidade esta semana aponta que desde o início de seu mandato até o instante presente o deputado federal Coronel Crisóstomo, do PSL, já atendeu em seu gabinete de apoio em Porto Velho a mais de mil pessoas que tem buscado o parlamentar ou sua base logística à procura de soluções que resolvam as demandas de suas cidades. Dentre estas pessoas figuram prefeitos, vereadores, líderes de bairros, entidades sociais e a chamada gente do povo.
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Este “aproach” político é bastante salutar para a interação que deve existir entre os poderes e os cidadãos visando as melhorias que suas cidades precisam. Afinal, o primeiro amor do cidadão social é a sua cidade. É deste amor que se origina o espírito cívico. Os fatos ocorrem onde os cidadãos se encontram. E os cidadão encontram-se nas suas cidades. A partir desta medida é que estas pessoas têm buscado as vias de acesso para as melhorias na qualidade de vida das cidades onde residem. E tem confiado ao Coronel Crisóstomo a incumbência de efetuar a mediação entre o Governo e seus anseios. Ciente dos fatos, o deputado tem buscado trabalhar políticas públicas que possam resultar na tomada de decisões para o progresso e para o bem estar geral destas células-base dos cidadãos.
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No caso exposto, as medidas a serem postas em execução incidem em pressionar o Governo Federal a corrigir eventuais atos falhos e procurar propiciar a estas cidades recursos substanciais para as melhorias na qualidade de vida para os cidadãos, dando suporte para suas carências mais básicas e imediatas no que condiz aos ganhos de cidadania e melhores condições de vida para suas famílias.
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De acordo com os manuais e códigos do jornalismo, Lista Negra, no léxico vocabular do contexto, consiste na relação de pessoas e assuntos vetados em um órgão de imprensa, proibidos de se mencionar ou quando são assuntos, obriga-se a serem focados de forma negativa conforme ordens expressas da direção do veículo. O que pouca gente sabe é que isto é prática usual em quase todos os jornais e estações de rádio e TV. Todos estes veículos possuem inimigos. E como diz o ditado, aos amigos tudo e aos inimigos, as críticas mais azedas.
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Ao deturpar fatos através de informações vazadas acerca de suposta relação do cidadão Messias Bolsonaro com a morte de uma vereadora carioca, a Rede Globo cometeu um sinistro ato falho. Informação vazada não significa veracidade da notícia. Ao contrário. Neste caso é que se precisa apurar mais ainda os informes. Vazamentos de informações são bem vindos desde que se acompanhem de provas plausíveis. Caso contrário, a imprensa torna-se cúmplice tanto com os nefastos e nada louváveis interesses da denúncia como com a mentira e a corrupção de valores.
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Por outro lado, o insigne cidadão Messias Bolsonaro precisa mais que urgente contratar um assessor que o oriente a lidar com estes tipos de distúrbios, alguém com habilidade para “apagar incêndios”. No mosaico exposto caberia direito de resposta na mesma emissora, programa, tempo e horário para desdizer a falsidade da acusação e da injúria. Mas, como o cavalo e brucutu que parecer ser, revidou ao seu grotesco modo e colocou por água abaixo a chance que tinha de sair-se por cima como fez Moura Brizola nos anos 90.
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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