13 de setembro de 2019

Usina de Samuel e Parque Natural de Porto Velho são visitados por estudantes de Biotecnologia, de Guajará-Mirim

Estudantes do terceiro ano do Curso Técnico em Biotecnologia do IFRO, Campus Guajará-Mirim, realizaram visita técnica.
Usina de Samuel e Parque Natural de Porto Velho são visitados por estudantes de Biotecnologia, de Guajará-Mirim

Estudantes do terceiro ano do Curso Técnico em Biotecnologia do IFRO (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Campus Guajará-Mirim, realizaram visita técnica à Usina Hidrelétrica (UHE) de Samuel e ao Parque Natural Municipal Ecológico de Porto Velho.

Usina de Samuel e Parque Natural de Porto Velho são visitados por estudantes de Biotecnologia

Realizada no dia 30 de agosto, a aula prática foi acompanhada pelo Professor de Física, Julio Eduardo Neves dos Santos, com apoio da Coordenação de Biotecnologia. A visita técnica tem como objetivo entender a geração de energia como um arranjo produtivo relacionado aos recursos naturais e geográficos disponíveis na Amazônia, verificar a forma de produção de energia na Usina Hidrelétrica de Samuel, correlacionar a prática de produção de energia de uma usina com os conceitos teóricos estudados e aproveitando toda a disponibilidade da fauna e flora da região amazônica na região de Porto Velho, observar a fauna e flora do Parque Municipal Ecológico de Porto Velho, fazendo uma trilha pelo parque e interagindo de forma harmoniosa com a natureza.
Atualmente, a produção de energia elétrica tem papel fundamental para o crescimento econômico de uma nação. Um país que não produz energia, não tem capacidade de desenvolvimento ficando inerte sua produção industrial, estacionando-se economicamente. O Brasil apresenta grandes potenciais energéticos de produção de energia elétrica de forma renovável, entre elas a energia hidrelétrica.
Com isso, a delegação pôde estudar as formas de produção e fazer uma análise dos possíveis impactos ambientais que possam vir a ser causados na região na qual se pretende produzir energia elétrica por meio de usinas hidrelétricas de modos a garantir desenvolvimento econômico sustentável. “Diante disso, para compreensão adequada e análise crítica, o uso do recurso didático de visita técnica é fundamental para que o aluno absorva esta compreensão e forme sua opinião crítica a partir de uma análise in loco desta produção de energia, principalmente quando está inserido geograficamente numa região que apresenta capacidade para este tipo de produção de energia”, explicam os organizadores.
Para a estudante Larissa Dantas, a visita técnica trouxe uma visão de trabalho diferente da qual conhecia. “Percebi que a tecnologia avançada facilita o desempenho do serviço e sem todo o cuidado e atenção dos funcionários teríamos muitos problemas de energia na sociedade”. Deborah Celano também creditou grande relevância para a visita realizada à UHE, “desde a entrada no local, tornando possível a visualização e análise de sua imensa estrutura, até as máquinas que realizam todo trabalho. Podemos dar ênfase também na sustentabilidade que a Eletrobrás realiza em todo o âmbito trabalhado, e a segurança que é dada aos equipamentos e toda atenção dos funcionários com relação a cada mínimo detalhe. Devemos dar também voto de apreciação aos funcionários que nos acompanharam com toda cautela. Explicando sucintamente sobre todo o trabalho e falando sobre áreas associadas como concursos, assunto o qual pôde abrir os olhos dos alunos”.
Ao relacionar a importância da prática pedagógica aliada aos conceitos teóricos estudados em sala de aula, a visita colaborou para compreensão adequada de um fenômeno físico primordial para os dias atuais. Mizael Martins diz que a “visita proporcionou conhecimentos diversos sobre a produção de energia elétrica, sendo que a organização e a vista foram excepcionais”. Thifany Foschiera afirmou que a visita técnica ampliou o conhecimento dos alunos: “o que é visto em sala fica limitado apenas à imaginação. E ter a oportunidade de ver como ocorre de fato a produção de energia elétrica, de certo modo, fixa melhor o conteúdo e também o compartilhamento de uma rotina de trabalho, uma experiência nova foi passada”.
Ainda foi lembrada na aula a importância da preservação do meio ambiente para harmonização da relação entre o ser humano e a natureza. “A visita técnica foi muito boa, pois nos proporcionou um conhecimento sobre como a energia que temos em nossa casa chega, e em vários lugares do país, foi de extrema importância para o nosso conhecimento, e foi muito proveitoso, pois saímos um pouco da vida monótona dos estudos e aproveitamos algo único que além de ter sido divertido, obtivemos mais conhecimento na área da física com um conteúdo que estava sendo ensinado, tornando, assim, a aula muito proveitosa para nós alunos”, contou Laís Guastovara David.
Os estudantes conheceram o funcionamento da usina e as barragens, no Rio Jamari. Para a estudante do terceiro ano do Técnico em Biotecnologia do período matutino, Tatiane do Nascimento Xavier, “pude ter como experiência um conhecimento sobre como é gerada a energia elétrica que é consumida em Rondônia, e que tudo isto é operado pela Eletronorte e por produtores independentes de energia. Eu nunca havia entrado em nenhuma Usina Hidrelétrica antes, então essa foi uma experiência inesquecível, pois tive a oportunidade de ver uma das turbinas de perto em rotação, e de ver algumas partes da Usina Hidrelétrica de Samuel, como setores dos reatores das turbinas e algumas alas importantes que estão dentro da UHS”.
A experiência foi considerada maravilhosa por Camila Flores Bom: “podemos conhecer a usina hidrelétrica de Samuel onde a energia é produzida e também distribuída para vários estados do país, conhecer as pessoas que estão trabalhando lá, as máquinas que fazem os trabalhos, poder conhecer o plano de preservação, percebemos que também se importam com o meio ambiente. Valeu muito a pena conhecer essa usina”.
“Essa visita foi uma experiência muito boa, pois tive oportunidade de aprender mais sobre coisas que não tinha um conhecimento muito aprofundado”, concluiu a estudante Maria Cecília Barroso.
Fonte: Assessoria.

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