25 de maio de 2019

Escola da zona rural de Guajará-Mirim, tem aulas suspensas por falta de transporte escolar

Escola Eurico Gaspar Dutra possui 140 alunos e fica localizada no distrito do Iata. Segundo a CRE, a empresa responsável pelo transporte de alunos abandonou o serviço.
Escola da zona rural de Guajará-Mirim, tem aulas suspensas por falta de transporte escolar

As aulas da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra foram suspensas desde a última terça-feira (21) por conta da falta de transporte escolar. A instituição de ensino possui 140 alunos e fica localizada no distrito do Iata, zona rural de Guajará-Mirim (RO), município distante a pouco mais de 330 quilômetros de Porto Velho.

Transporte escolar foi interrompido, ocasionando suspensão de aulas em distrito de Guajará-Mirim
De acordo com a Coordenação Regional de Educação (CRE), o transporte de alunos da zona rural é realizado por uma empresa privada. Essa empresa teria abandonado o serviço e como consequência 78 estudantes não conseguiam chegar à escola.

Para evitar que os alunos tivessem um número excessivo de faltas, as aulas foram suspensas desde o dia 21 de maio, após uma reunião entre pais de alunos, direção da escola e a Coordenação Regional de Educação. Durante a reunião foi feita uma proposta de antecipação do recesso do meio do ano, mas alguns pais não aceitaram, e com isso, os demais decidiram parar as aulas.

Ainda de acordo com a Coordenação Regional de Educação em Guajará-Mirim, o prédio da escola está aberto para atendimentos na secretaria. A direção e professores estão elaborando um calendário de reposição de aulas para ser executado assim que o transporte escolar for normalizado.

Um processo licitatório já foi aberto para contratação de uma nova empresa que fará o transporte dos estudantes e a expectativa é que as aulas possam ser retomadas até o dia 15 de junho.


Na primeira quinzena de maio, pais de alunos da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra estiveram no Ministério Público pra reclamar sobre o serviço de transporte escolar. Segundo os pais, os veículos não passavam com frequência nas linhas e muitos estudantes estavam perdendo aula.

Segundo a CRE, desde março a empresa não dava retorno sobre possíveis problemas que podiam prejudicar a normalidade do serviço prestado. Além disso, a coordenadoria destacou que o contrato com a empresa vence no dia 1º de junho, e que cabe a Secretaria Estadual de Educação em Porto Velho decidir se o contrato será renovado ou não.

Não foi possível o  contato com a empresa responsável pelo transporte escolar.



Fonte: G1

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