20 de março de 2019

Contêineres usados para dar aula são interditados após não apresentares condições de uso

Contêineres usados para dar aula são interditados após não apresentares condições de uso

A interdição de vários contêineres usados por alunos da rede Estadual vem acontecendo em todo o estado, após ações do Ministério Público tornar mais duras e específicas as vistorias em locais de ensino por todo o Estado.

Aqui em Guajará-Mirim, o Corpo de Bombeiros interditou contêineres que eram utilizados como salas na Escola Teófilo Limão, Ramal do Cachoeirinha, zona rural do município pe Escola Maria Laurinda Groff, no Distrito de nova dimensão, zona rural do municipio de Nova Mamoré.
De acordo com os representantes da corporação, as mesmas não apresentaram documentações necessárias para o funcionamento e por isso foram interditadas.

As interdições também ocorreram em Vilhena, na Linha Perobal, a interdição dos contêineres ocorreu devido ao fato de eles não apresentarem laudos necessários para o funcionamento. Sem saber o material usado na construção dos mesmos, e com o risco de futuros incêndios, o Corpo de Bombeiros de Vilhena interditou indefinidamente o local.

Em média quarenta alunos são atendidos pelos contêineres, e ficarão sem aulas até que a situação seja normalizada no município. Em Vilhena quem teve na Direção Técnica de fiscalização foi o Tenente do Corpo de Bombeiros, Capitão Bueno, também Diretor Técnico responsável pela ação, ao lado dos Sargentos Assunção e Aronildo.

De acordo com o Tenente Bueno, as salas não apresentam saída de emergência que poderia ser usada em caso de incêndio. O espaço também não tem laudos técnicos, nem qualquer Projeto de Prevenção e Combate ao Incêndio (costumeiramente pedido em casos como esse). A preocupação principal é que o material usado seja tóxico, e de fácil combustão, o que acarretaria em um incêndio de proporções desastrosas.

As fiscalizações prosseguirão durante esta semana em outros contêineres que também estão sendo usados como bases escolares.

As ações de fiscalização pedidas por parte do Ministério Público começaram a acontecer depois que o Centro de Treinamento do Flamengo (no Estado do Rio de Janeiro) causou a morte de jovens que estavam no espaço. O endurecimento nas atividades visa, principalmente, evitar que novas tragédias aconteçam.
Fonte: O MAMORÉ

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