18 de dezembro de 2018

Prisão: PM cumpre mandados em desfavor de familiares do traficante Maximiliano

Acusados com envolvimento de tráfico de drogas, foram presos a irmã e o cunhado do traficante Maximiliano Dorado Munhoz Filho, município de Guajará-Mirim/RO.
Prisão: PM cumpre mandados em desfavor de familiares do traficante Maximiliano

Os cunhados foram conduzidos ao prédio da Delegacia, após exame de corpo de delito foram recolhidos
Acusados com envolvimento de tráfico de drogas, foram presos a irmã e o cunhado do traficante Maximiliano Dorado Munhoz Filho, na tarde desta segunda-feira, 17, no bairro Tamandaré, município de Guajará-Mirim/RO.
A equipe montada pelos policiais do 6º Batalhão de Polícia Militar, da Rádio Patrulha, Núcleo de Inteligência e Patrulha Tático Móvel (PATAMO), deu fiel cumprimento o mandados de prisão expedidos pela Comarca de Porto Velho, em desfavor de Maria Lili Azogue Dorado de Souza, de 43 anos, e de Genivaldo Bezerra Sobrinho, de 42 anos.
O processo de Maria Lili, irmã de Maximiliano é desde o ano de 2006, quando ela foi presa em 2009, sendo removida para a então inaugurada Penitenciária Federal de Rondônia, pois havia a suspeita de que Maria Lili pudesse ser resgatada do presídio estadual pela quadrilha de seu irmão Maximiliano e que se encontra foragido na época. Acusada de envolvimento com o tráfico de drogas, após alguns dias ela foi solta e respondia em liberdade. Maria Lili alegou aos policiais militares que é inocente e pelo fato de ser irmã do traficante foi acusada. Alega ainda que seus bens foram adquiridos com muito suor. Já Genivaldo, cunhado de Maximiliano, acreditava que a prisão havia sido revogada, o que lhe foi repassado pelo advogado. Genivaldo passou anos vivendo na Bolívia após a acusação do processo de nº 0003760-98.2006.4.01.4100, o mesmo processo de sua cunhada Maria Lili.
Maria Lili foi encaminhada ao Albergue Feminino, deverá cumprir a pena de 13 anos, 08 meses e 14 dias, conforme o processo nº 0003760-98.2006.4.01.4100 e Genivaldo ao presídio masculino de Guajará-Mirim, onde deve cumprir 20 anos, 10 meses e 15 dias de prisão no regime fechado, de acordo com a Justiça.
Fonte: O MAMORÉ

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