Projeto da ponte Binacional em Guajará-Mirim, continua no papel


A ponte Binacional que ligaria o Brasil até a Bolívia faz parte de um grandioso projeto do município de Guajará-Mirim, RO que nunca saiu do papel. A reportagem faz parte da série especial pelo Jornal de Rondônia, “Obras Paradas”.

A ponte seria fundamental para exportação de produtos da Região Norte e Sudeste do país para a Bolívia, Peru e Chile, sendo também essencial para a saída para o pacífico, mas o projeto, esbarrou em impasses políticos e ambientais. A construção da ponte faz parte de um adiantamento de 2008, uma reformulação ao tratado de Petrópolis firmado em 1903 entre os dois países. No governo passado, Lula e Evo Morales, presidente boliviano, reforçaram as intenções de construir a ligação entre os dois países.

A ponte teria 1,2 mil metros de extensão entre o município de Guajará-Mirim município do lado brasileiro e Guayará-Merim, cidade boliviana. O local do início da construção seria em um antigo matadouro localizado na área rural de Guajará-Mirim, onde funciona uma casa de recuperação para jovens dependentes químicos.

A travessia dos brasileiros e bolivianos no Rio Mamoré é feita com voadeiras, onde o comércio em Guayará atrai pessoas vindas de todo o estado de Rondônia. A ponte favoreceria também as visitas a outras cidades bolivianas. Este assunto já chegou a ser o mais comentado na cidade, e a expectativa da população ainda continua.

A presidente Dilma Rousseff já garantiu aos parlamentares de Rondônia que vai cumprir com o compromisso firmado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Só que o projeto da ponte ficou muito caro e por isso um novo está sendo feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) que será concluído no segundo semestre de 2012.

 

Fonte: G1.



http://www.omamore.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2014/03/Netinho.jpg

Acompanhe os comentários deste artigos através do Feed RSS

10 Comentários



  1. Já que o projeto ficou muito caro, é só fazer uma ponte de “pau” , usando a cara dos políticos que vêm aqui fazer falsas promessas .


  2. Talvez essa ponte nunca tenha saído do papel porque a sua construção está atrelada a uma MENTIRA. O Tratado de Petrópolis nada tem a ver com ponte. O Tratado de Petrópolis, firmado em 17 de novembro de 1903 na cidade brasileira Petrópolis, formalizou a incorporação do Acre ao território brasileiro. Com esse acordo, o Brasil pagou à Bolívia a quantia de 2 milhões de libras esterlinas e indenizou o Bolivian Syndicate em 110 mil libras esterlinas pela rescisão do contrato de arrendamento, firmado em 1901 com o governo boliviano. Em contrapartida, cedia algumas terras no Mato Grosso e comprometia-se a construir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para escoar a produção boliviana pelo rio Amazonas.

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Petr%C3%B3polis

    Portanto, políticos patifes e canalhas mal informados a respeito da História, parem de inventar e misturar as bolas pra enganar o povo.


  3. Pelo amor de Deus gente… Caro é sustentar a corrupção nesse país… Isso é uma pouca vergonha! Um empreendimento de tamanha magnitude não tem preço.


  4. vamos ver se vai ser verdade pq eu ja ouso isso a muito tempo pq se for verdade vai ser uma coisa muito boa para a cidade.


  5. Professor, questão de análise de texto e, parece, qualquer um analisa conforme sua conveniência. Ora, se construir a estrada de ferro tinha objetivo de escoar a produção boliviana de borracha, tal escoamento se daria ou 1) pela ferrovia, que se estenderia até a Bolívia; 2) a construção de uma ponte ou 3) o embarque seria feito em solo brasileiro através de barcos com a produção (o que acabou acontecendo). Não devemos ser escravos das palavras e ter boa vontade com as entrelinhas dos textos.


  6. UMA PONTE LONGE DEMAIS

    Depois de ter causado o maior pandemônio na cidade, eis que no último dia 12 de fevereiro apareceu na Rádio Rondônia para entrevista o retrógrado advogado defensor do atraso sócio-econômico que, consubstanciado nos pergaminhos da ecologia e da defesa do meio ambiente, elevou a discussão da Ponte Brasil-Bolívia à questão sub-júdice através de embargo do tão sonhado projeto. Na ocasião o causídico esquivou-se do emaranhado burocrático que aprontou e disse não ter nada a ver com o peixe. Claro que não. Tem a ver com serpentário, viveiro de cobras e sucuris.
    O que ficou patente para todos os que puderam escutar as falas do advogado é que, uma vez que não encontrou eco nem respaldo nas ruas e no cotidiano das pessoas para o escarcéu que perpetrou, o rábula ativista preferiu tirar o c# da reta. Em outras palavras: incapaz de produzir o que quer que seja em prol do progresso da cidade, mas com uma necessidade sem tamanho de aparecer, o tal Raimundo Não Sei Das Quantas, resolveu matar a galinha dos ovos de ouro ao mesmo tempo em que se destituiu de toda a celeuma que hoje provoca.
    Para os que ainda não sabem, a Ponte Brasil-Bolívia faz parte de um acordo bilateral, o Tratado de Petrópolis, e foi objeto de várias audiências e amplas discussões tanto em Guajará-Mirim como na Bolívia e na Câmara alta de Brasília. O projeto de construção da ponte segue os trâmites, instruções, complementos e rotinas que são necessários, uma vez que o DNIT possui caráter institucional, diretivo e executivo dos serviços que advirão com a construção da mesma, tais como licitação de empresas e criação de empregos.
    Em relação a este projeto, o que se vê e ouve nas ruas é que hoje há um conjunto de forças a favor do progresso. Há uma nova consciência de que não pode prevalecer nenhuma atitude negativa. E desta consciência é que emergem poderes e atores políticos, governos e sociedade. Daí que as emergências políticas, cívicas, sociais e econômicas influenciam todas as camadas a induzir as altas esferas a firmar pactos, a assinar e executar projetos de desenvolvimento para Guajará-Mirim. Por isso é que nenhuma força contrária deve prosperar. Nenhuma cidade do mundo se desenvolve sem uma base cimentada na tecnologia.
    Agora também há que se atentar que esta obra não deve obedecer a atos eleitoreiros e nem judiciais, mas sim a parâmetros sociais com vistas ao progresso e bem estar do povo de Guajará-Mirim. Não deve em nenhum momento beneficiar este ou aquele político interessado em pleitos e votos, até porque a administração de bens, valores e benefícios está proibida a agentes públicos em ano de eleições, conforme lei do TRE. Então seria mister manter desconfiança em relação a eventuais “pais da matéria” que com certeza vão aparecer.
    Quanto ao notório causídico tão ligado a defensoria dos animais irracionais e outros bichos escrotos que, quer queira quer não, encrespou a coisa, porquê em vez de “soltar as cachorras” e ficar falando “cobras e lagartos” por aí, o mesmo não acaba de vez com esta papagaiada e vai pentear macacos?


  7. parabens JEAN, vc esta certo, esses desinformados, ficam mentindo, acredito que a construção desssa pónte nunca vai sair do papel, tempo!!!!, toda as vezes que chega epoca de eleiçoes, campanha, chegam com essas mentiras cabeludas, temos que dar o troco na hora do voto a esses bando de …. , gostaria de falar muitos palavroes pra esses, q


  8. OUVI O ISAAC FALAR QUE ESTAVA TUDO PRONTO PARA COMERÇAR A CONSTRUÇÃO. SERÁ QUE ENTERRARAM COM ELE TODOS OS DOCUMENTOS? VAI DAR UM TRABALHO PARA RESSUCITAR ESSES DOCUMENTOS.


  9. Prezado Fábio Marques;
    Que pena, se podéssemos nos encontrar para dirimir questões a respeito do assunto em pauta. Quero a ti observar que, voce deve se aprofundar aos dispositivos do Tratato de Petrópolis, porque, brasileiros desinfomardos estão diminuindo a soberania brasileira, em afirmar, que o Brasil deve à Bolívia a mais de um século por existit algum compromissos disposto no referido TRATADO. Voce mesmo sabe que estou constantemente aí em Guajará-Mirim, sou filho do Iata e, lá me criei, pois, quando cirança, já ouvia falar dessa “Ponte”, sou conhecedor dessa questão. Se me permita ti fazer uma resslva quanto à minha formação de instrução, ainda não advogado, mas, em breve serei, hoje sou Bacherel em Ciências Contábeis e, com muito orgulho, pós-graduado em Auditoria, Perícia e Gestão Ambiental. Fábio, quando enfrentei a turbulência de comentários feitas pelas emissoras de rádios local a respeito do assunto. Para encurtar nossa comentários, eu convidei as autoridades e pessoas simpatisantes que se vosse pela suas vontades, formar uma mesa redonda para debatermos esse impasse, porém, até a presente data ninguém se manifestou para tal. Agora eu ti pergunto: Voce tem conhecimento se o Projeto da Ponte aqui referenciada já passou pelos estudos necessários da Secretaria Nacional de Logistica e Transportes da República do Brasil (SNLT)? Assunto como este e outros em caráter de DIREITOS CONSTITUCIONAIS, são os que foram abordados em meu Trabalho Científico como Acadêmico de Direito e, que, tais assuntos foram considerados relevantes junto ao Ministério Público Federal, através da Portaria nº 007/2010-3º Ofício/2ª, 3ª e 6ª CCR/SET/PR-RO, por sinal, publica na internet pelo próprio Ministério Público Federalm lei cuja Portaria que voce terá mais ou menos uma noção de como os gestores da construção da Ponte Binacional no rio Mamoré estavam procedendo. Terei maior prazer em ti conhecer pessoalmente e poder ti mostrat documentos importante que poderia esclarecer voce de como essa Ponte seria construída. Voce já viu o documento de Plano Nacional de Logística de Transporte da República, que está assinado pelo Ex-presidente da República que essa PONTE encontra-se para a execução no quadro da Meta 7 que, ocorrerá somente em 2022? Vamos nos conhecer melho, faço questão de debater esse assunto a qualquer momento!

Escrever um comentário

Seu email não será divulgado. Itens marcados são obrigatórios *

*
*