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Publicado em 6 de março de 2019

Cheia dos rios afeta produtores em Nova Mamoré e famílias precisam deixar casas

Nova Mamoré decretou estado de emergência no dia 25 de fevereiro. Quase todas as linhas rurais estão alagadas, dificultando locomoção de moradores e escoamento de produtos.
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Plantação de bananas debaixo d'água, suínos sendo vendidos pela metade do preço, dificuldade de locomoção até a BR e problemas para escoar o que foi produzido. Com o estado de emergência decretado há cerca de dez dias, Nova Mamoré (RO), distante cerca de 30 quilômetros de Porto Velho, tenta encontrar soluções para os transtornos causados pela cheia do rio Madeira e seus afluentes. 
Cheia do rio madeira e afluentes afeta famílias na região de Nova Mamoré
Muitas estradas que ligam a zona rural à cidade de Nova Mamoré estão alagadas. O local mais afetado é a Vila Murtinho, as margens do Madeira. Do local, 16 famílias já tiveram que sair de casa. Segundo o prefeito Claudionor Lemos, as áreas afetadas estão sendo monitoradas. 

"Nós estamos monitorando as áreas que estão atingidas ou sendo atingidas na região da Vila Murtinho, da BR-425, região do Araras e também algumas estradas vicinais próximas ao Araras que já estão com água na rodovia", afirma o prefeito. 

Uma reunião foi realizada com representantes de órgãos públicos do município para debater a criação de um plano de contingência. Após a elaboração desse plano, a administração de Nova Mamoré pretende pedir reconhecimento em nível nacional da situação de emergência, declarada localmente no dia 25 de fevereiro, e com isso solicitar recursos financeiros para solicitar apoio aos moradores afetados.  

"O que nos preocupa muito são as linhas rurais. A 2ª linha do Ribeirão não tem mais passagem de veículos, a 4ª linha do Ribeirão não consegue também fluir o trânsito de veículos por conta de uma alagação. A 5ª linha tem um ponto de alagação e só passa por canoas, por barcos, e a 7ª linha que é o caso mais grave e já está próximo do rio Araras. Toda essa região está comprometida. A população que vive nessas linhas está usando apenas a 3ª linha, que é o único ponto de passagem para chegar até a BR-425", explica Claudiomir Rodrigues, coordenador da Defesa Civil. 


Fonte: G1

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