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Publicado em 22 de fevereiro de 2019

Obras da Casa de Saúde Indígena iniciadas em 2015 devem ser retomadas em Guajará-Mirim

Obra iniciou em maio de 2015 e estava prevista inicialmente para ser concluída em 2016. Na próxima semana, a construção deve ser retomada e tem até 120 dias para ser concluída.
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As obras da construção da nova sede da Casa de Saúde Indígena (Casai) de Guajará-Mirim (RO), município distante a pouco mais de 330 quilômetros de Porto Velho, devem ser retomadas em fevereiro de 2019. O prédio começou a ser construído em 2015 e tinha previsão inicial de conclusão para 2016. 
Após três paralisações nas obras, construção do prédio da Casai de Guajará-Mirim deve ser retomada ainda em fevereiro 
Com a construção atrasada há quase três anos, o prédio fica localizado no bairro 10 de Abril e, depois de pronto, deve ser utilizado para a realização de atendimentos de saúde indígena. 

A obra iniciou em maio de 2015, deveria ter ficado pronta em dez meses, porém atrasou por problemas burocráticos com a construtora responsável. A obra foi retomada e um novo prazo foi estipulado para outubro de 2016, no entanto, mais uma vez foi paralisada e retomada em Janeiro de 2017. 

O novo prédio deveria ser entregue até o mês de julho, porém a construtora responsável pela obra teve bens bloqueados pela Justiça devido a causas trabalhistas e mais uma vez a obra foi interrompida. 

Uma outra empresa foi aprovada em um processo licitatório e deve recomeçar as obras na próxima quarta-feira (27), que deverá ser concluída em quatro meses. 

Os R$ 3,5 milhões que foram destinados à construção do prédio é de origem do Governo Federal e até o momento já foram investidos cerca de R$ 2,5 milhões na obra. Segundo Walderez Rocha, diretor da Casai, o prédio está 90% concluído, faltando apenas pintura interna, reparação na rede elétrica e arborização.

Atendimentos de saúde indígena
Atualmente, os atendimentos aos indígenas acontecem em um prédio onde funcionava um hotel, localizado no bairro Tamandaré. O aluguel do prédio gera um custo de R$ 12 mil mensais à Casai. O vice-presidente do Conselho de Saúde Indígena, Aldo Oro Naoo, diz que o espaço não é adequado para atender a demanda, já que possui apenas 10 leitos. 

Com a conclusão das obras, o novo prédio terá 70 leitos para pacientes, além de repartições para os acompanhantes. A direção da Casai informou que mesmo após a inauguração do prédio, não será preciso a contratação de novos profissionais. 


Fonte: G1

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