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Publicado em 23 de fevereiro de 2019

Atrasada há 5 anos, obra do Hospital Regional é vistoriada pelo Conselho de Saúde

Vistoria ocorreu na manhã desta sexta-feira (22), em Guajará-Mirim. Obra começou em 2013 e unidade deveria ser entregue no ano seguinte.
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Obra do novo Hospital Regional de Guajará-Mirim é vistoriada nesta sexta-feira (22)
Membros do Conselho Estadual de Saúde de Rondônia (CES-RO) realizaram uma vistoria no prédio do novo Hospital Regional de Guajará-Mirim (RO), município a pouco mais de 330 quilômetros de Porto Velho, na manhã desta sexta-feira (22). A obra começou em 2013 e a unidade deveria ser entregue no ano seguinte.

Segundo o conselho, a vistoria objetivou entender o porquê de tanto atraso, já que a construtora responsável recebeu recursos ainda em 2018, mas até agora nada aconteceu. A construção do prédio está atrasada há cinco anos e, segundo o CES-RO, as obras já deveriam ter sido retomadas. 

"Pra mim foi uma surpresa encontrar esse hospital sem trabalhadores na obra. É uma obra que está desde o ano passado paralisada. Nós descobrimos que a empresa tinha parado a construção por causa de ação na justiça, onde a empresa estava requerendo R$ 1 milhão do estado sob termo aditivo", disse Raimundo Nonato, presidente do CES-RO. 

Pelo menos R$ 13 milhões já foram investidos na construção do novo hospital regional. O prédio é estruturado com cerca de 80 leitos e deve realizar atendimentos de alta complexidade, recebendo pacientes de Guajará-Mirim, Nova Mamoré (RO), Extrema (RO), além de ribeirinhos e bolivianos. 

O CES informou ainda que está marcada uma reunião técnica no próximo dia 12 de março com membros da Secretaria Estadual de Saúde, do conselho, da construtora e do Departamento de Estradas de Rodagens (DER). O objetivo é fazer com que a obra seja retomada e finalizada.

O que diz a construtora responsável?
  Em contato com a construtora responsável que, em resposta, disse que a obra foi retomada no final de janeiro e que, agora, a continuação da construção do prédio é realizada por empresas terceirizadas.
Ainda conforme a construtora, por conta disso há pouca movimentação de funcionários no local.

As empresas estão realizando a medição do prédio e comprando os materiais necessários às instalações de faixadas, ar-condicionado e outros itens fundamentais para a finalização da obra. 

A construtora disse ainda que a obra ficou paralisada, pois estava aguardando a liberação de recursos. Além disso, uma equipe foi enviada na manhã desta sexta-feira à Guajará-Mirim para iniciar o processo de revestimento no prédio. 


Fonte: G1

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