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Publicado em 12 de janeiro de 2019

Estudantes de Biotecnologia de Guajará-Mirim realizaram estágio no Laboratório de Genética Humana da UNIR

Os estudantes de Guajará-Mirim realizaram estágio no Laboratório de Genética Humana da UNIR.
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Estudantes de Biotecnologia realizam estágio no Laboratório de Genética Humana da UNIR
 Um primeiro grupo de estudantes do IFRO (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Campus Guajará-Mirim, realizou estágio no Laboratório de Genética Humana da UNIR (Universidade Federal de Rondônia), em Porto Velho.
O estágio ocorreu entre os dias 3 a 14 de dezembro, decorrente da parceria entre o Campus Guajará-Mirim e o Laboratório de Genética Humana. Participaram alunos do 2° ano do Curso Técnico em Biotecnologia, selecionados por meio do edital interno promovido pelo CIEEC/IFRO (Coordenação de Integração, Escola, Empresa e Comunidade), que receberam auxílio para custear suas despesas durante o estágio.
Para a estudante Eliza Lima dos Santos, estagiar foi não somente colocar em prática os estudos teóricos, mas estendeu-se para além disso, pois “são novas experiências que não só abrem novos caminhos na vida acadêmica, mas também desenvolvem novos pensamentos que buscam melhorar pequenos e grandes detalhes na sociedade. O Laboratório de Genética Humana (LGH) proporciona aos alunos o aprendizado em todos os aspectos, constituindo-se tanto nas manipulações laboratoriais como na vida”.
Os estagiários foram divididos em dois grupos, o primeiro teve atividades no início de dezembro e o segundo grupo terá em meados de janeiro de 2019. Thifany Foschiera, que esteve neste primeiro grupo, diz que experiência de ter estagiado no LGH foi maravilhosa. “O professor Andonai Crauze, supervisor, foi excelente em nos passar o que seria feito e como seria feito em detalhes para facilitar o nosso aprendizado. Chegamos durante o desenvolvimento de alguns projetos de pesquisa que eu achei geniais, conquistando mais minha atenção para a área da pesquisa voltada à Biologia. Também realizamos técnicas desde as mais simples, como quantificação de DNA, às mais complexas, como sequenciamento”, afirmou a aluna.
O objetivo foi de oportunizar aos estudantes de Biotecnologia novas experiências durante o estágio obrigatório do curso. Algo que Ayame Antunes Carvalho conta ter alcançado. “O estágio no Laboratório de Genética Humana da Unir pôde proporcionar uma experiência inesquecível para nós alunos, pois a partir dele aplicamos na prática o que aprendemos com as aulas cotidianas relacionadas ao nosso curso Técnico em Biotecnologia”, Ayane ainda ressalta que seria bom mais alunos terem essa oportunidade.
Segundo a Coordenadora do Curso Técnico em Biotecnologia, Cícera Santos, as oportunidades de estágio para os alunos do curso são um grande desafio para o IFRO: “Guajará-Mirim tem uma grande limitação nessa área, sendo de extrema importância o estágio das discentes no laboratório de Genética da Universidade Federal de Rondônia. As alunas tiveram a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Está prevista a ida de um novo grupo de alunos, para também estagiarem em janeiro no mesmo laboratório”. A professora ainda agradeceu a UNIR e o Laboratório por contribuir na formação dos estagiários, “não estão sendo medidos esforços para firmamos parceiras com demais instituições que possam fornecer vagas de estágios aos estudantes de biotecnologia, para garantirmos a formação de profissionais altamente capazes, sendo esse um dos principais objetivos do IFRO”.

Atividades desenvolvidas
O estágio curricular realizado de 3 a 14 de dezembro teve carga horária de 80 horas, sendo a primeira vez que o LGH/UNIR recebeu alunos provenientes de escola técnica de ensino médio. As estudantes participaram de atividades laboratoriais de rotina, nas análises de ácidos nucleicos. Na primeira semana, foram feitos isolamentos de DNA a partir de amostras biológicas humanas (tecido tumoral e sangue total), pertencentes ao repositório do grupo de pesquisa LGH. O DNA genômico, isolado durante o período de estágio, foi submetido ao processo de amplificação por técnica de PCR, seguida de eletroforese para visualização do material amplificado, concluindo uma das formas de se estudar material genético.
Durante a segunda semana, as alunas acompanharam a produção de bibliotecas genômicas e sequenciamento de 16 amostras tumorais, realizado em sequenciador de próxima geração - NGS ION TORRENT, plataforma utilizada no LGH. O procedimento é uma das formas biotecnológicas mais robustas para estudo de material genético, em que atualmente a tecnologia é usada para estudos de doenças raras e câncer, rastreando mutações causadoras dessas patologias.
“As alunas demonstraram grande interesse e aplicação em todos os procedimentos realizados. Estamos muito orgulhosos com esse início de parceria entre nossas instituições. Esperamos contribuir, cada vez mais, na formação desses essenciais profissionais”, finalizou o Coordenador do LGH/DEPMED/UNIR, Andonai Krauze de França.

Fonte: Assessoria

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