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Publicado em 11 de dezembro de 2018

Sedam lança o projeto “Plante Castanha do Brasil” em Guajará-Mirim, na sexta-feira,14

“Esperamos que desse pontapé inicial venha brevemente um grande jogo”, disse animado o coordenador do Programa de Florestas Plantadas na Sedam, engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso.
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Aproximadamente trezentos produtores de Porto Velho e Guajará-Mirim receberão gratuitamente, nos próximos meses, 15 mil mudas de castanha do Brasil (Bertholletia excelsa) para cultivo em áreas de meio hectare cada um.
O incentivo dado pelo governo estadual de Rondônia denomina-se Projeto “Plante Castanha do Brasil”, concebido como cultivo de floresta e o lançamento ocorrerá sexta-feira, às 9h30, na sede do escritório de gestão ambiental em Guajará-Mirim, com a presença de técnicos da Emater. As mudas foram adquiridas de um viveiro por licitação.
“Esperamos que desse pontapé inicial venha brevemente um grande jogo”, disse animado o coordenador do Programa de Florestas Plantadas na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam),  engenheiro florestal Edgard Menezes Cardoso.

Funcionárias da Sedam manuseiam mudas que serão distribuídas em Guajará-Mirim
Atualmente cotada a R$ 60 a lata, in natura, e a US$ 7,11 industrializada por exportadores bolivianos da região de Riberalta (Beni), a castanha abre grande perspectiva de negócios ainda nesta década, caso seja ampliado o plantio em Rondônia. Ela é consumida in natura ou usada na fabricação de óleo.
Para consolidar o projeto, técnicos dos escritórios de Extrema, Guajará-Mirim, Jacy-Paraná, Nova Mamoré, Nova Dimensão e Nova Califórnia reuniram-se dia 7 deste mês no escritório da Emater Regional, em Porto Velho.
Cinco anos atrás, visitando o mercado municipal de Curitiba (PR), Edgar Menezes notou o que ele considera “consumo elitizado” da castanha industrializada, entretanto, acredita que a expansão melhoraria a própria alimentação na zona rural.
“É uma espécie perene que produz por muitos anos; aqui no vizinho Estado do Amazonas temos castanheiras com idades até 1.600 anos, mais de duas vezes a data da descoberta do Brasil”, diz Edgar Menezes.
Segundo ele, se for bem cuidada, uma espécie de castanheira atualmente cultivada no município de Porto Velho produz com apenas oito anos. “Esse é um fator muito alvissareiro para o êxito do projeto”, afirma.
O engenheiro aponta as vantagens da expansão do plantio de mudas de castanha: 1) seus frutos (ouriços) são usados como combustível, servem para confeccionar artesanato, e a amêndoa é rica em proteínas, lipídios e vitaminas; 2) o plantio pode recuperar passivo ambiental de imóveis rurais, entre os quais, áreas de reserva legal; 3) os preços são bons e há garantia de renda para produtor.
Castanha das comunidades indígenas do Guaporé são levadas para a Bolívia e Acre. Levantamento preliminar da organização ambiental Pacto das Águas revela que a produção representa 36% de toda a produção de terras indígenas e reservas extrativistas estudadas, calculada em 1.662,5 toneladas.

Fonte: Secom- Governo/RO

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