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Publicado em 14 de dezembro de 2018

Coluna Almanaque: SEM SAÍDAS VIÁVEIS

Por Fábio Marques
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Por Fábio Marques
Semana passada conversei com o comerciante Alberto Azzi, pessoa por quem possuo enorme apreço e respeito. Teló, como é mais conhecido, é um próspero homem de negócios, tanto a frente da empresa Mobiliadora Bolivar como do comércio de calçados Bolívar Shoes. Falamos entre outras coisas sobre o inferno astral pelo qual vem passando Guajará-Mirim nos últimos tempos. Segundo Teló, a cidade precisa urgente de um redesenho político e de gestão de recursos. Na ocasião, o comerciante relembrou que nos tempos do Eldorado da cidade, afora o serviço público, o que mantinha Guajará-Mirim ativa e gerava empregos era o setor terciário. O comércio e a indústria. Na conversa foram citadas como exemplo as empresas Rondex, Rondobor e Sabeico que juntas geravam mais de oitocentos empregos.
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Neste bate-papo, Alberto Azzi professou que se a prefeitura não fizer nada a curto e médio prazo em relação a projetos de alavancagem do progresso na região, o comércio e também outros setores que estão prestando serviços e sobrevivem de seus negócios, estarão fadados à falência, pois não há como sobreviver com dívidas, impostos, pagando salários para os empregados e gerando riqueza ao mesmo tempo.
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Correto o enfoque do comerciante. Se nada for feito por parte do Poder Executivo, em breve a população que já não ganha bem, também não vai conseguir emprego e, por conseqüência, se fechará o flagelo da miséria sócio-econômica na antiga Cidade Pérola.
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A Câmara convocou esta semana membros da Secretaria de Saúde para dar explicações acerca do caos que assola o setor onde ocorrem problemas de toda espécie. O objetivo da Câmara foi ajudar e trabalhar em parceria para encontrar as soluções para a situação. Contudo, como bem fez entender o vereador Augustinho Figueiredo, a Câmara também não pode ser cúmplice por omissão ou até culpada pelos descalabros que ocorrem no Hospital Regional e nos postos de Saúde. Incisivo, o vereador cutucou: - Tem que procurar ajudar sim, mas sem abrir mão das ferramentas para fiscalizar, fazer cobranças, denunciar e até pedir a punição de qualquer servidor pela má atenção, se preciso for.
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O caos em que se encontra a Saúde Pública da cidade tem causado agonia e transtornos à toda população. Isto é fato. Não adianta tapar o sol com a peneira. O maior problema no âmbito da Saúde Municipal é de ordem gerencial. As pessoas estão morrendo no Hospital Regional não por falta de atenção, mas sim por conta da falta de gerência. Hoje, só com a contratação de novos médicos junto com propostas de bons salários para todos é que a coisa poderia melhorar. Esta solução ainda seria paliativa, pois o Hospital Regional não oferece logística alguma para atender sua “clientela”.
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Apesar das inúmeras reformas no Hospital ao longo dos anos, as intervenções não sanaram os problemas relativos à parte física. A infra-estrutura precária compromete as operações funcionais e, por conseqüência, a qualidade da assistência prestada à população.
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A verdade é que os cidadãos de Guajará-Mirim assistem hoje ao maior engodo de sua história política. Taí o produto final da soberba e da arrogância deste cidadão que hoje está à frente do Poder Executivo. Saúde falida, hospital sem médicos, remédios, aparelhos e equipagem. Esta gestão pública é só atraso e inoperância. Qualquer desculpa para esta situação é puro cinismo e falta de vergonha na cara.

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