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Publicado em 1 de dezembro de 2018

Campus Guajará-Mirim desenvolve projeto de preservação da vida

“Suicídio: Precisamos falar sobre isso”.
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Um projeto de valorização da vida foi desenvolvido no IFRO (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Campus Guajará-Mirim. Envolvendo a comunidade acadêmica do campus, a ação ocorreu no mês de setembro de 2018, com a culminância do evento no mês que passou, intitulada “Suicídio: Precisamos falar sobre isso”.
O projeto teve como objetivo desenvolver atividades no espaço escolar, através de ações que levem a reflexão sobre o estímulo ao debate quanto a esse problema de saúde mental que tanto cresce no país, buscando a aclaração sobre a metodologia de prevenção. Realizou-se atividades de elaboração e divulgação de materiais (cartazes/panfletos e outros), concurso de pintura, peças teatrais, integração da temática sobre preservação da vida com os conteúdos do currículo escolar, dinâmica do Anjo/Arcanjo. No evento final do projeto foram apresentadas as atividades desenvolvidas por alunos e professores.
Segundo a Pedagoga Fernanda Léa Batista Souza Estevão “para desenvolvimento do projeto, na produção dos cartazes e material de apoio para a dinâmica do Anjo, tivemos a participação dos alunos colaboradores dos cursos de Manutenção e Suporte em Informática do segundo e do terceiro anos e do primeiro ano do Curso Técnico em Biotecnologia.
Atualmente, o suicídio apresenta distribuição mundial, sendo um problema de saúde pública, acompanhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme os organizadores da ação em Guajará-Mirim, o período da adolescência apresenta características peculiares que ocasionam dificuldades para assumir seu papel na sociedade, necessitando apoio na aprendizagem para saber lidar com as problemáticas cotidianas. A escola, por ser um local em que há grande número de jovens e adolescentes, torna-se dessa maneira um local ímpar para realização de pesquisas e intervenções na área.
A estudante do Técnico em Manutenção e Suporte em Informática, Alyne Aparecida Nunes dos Santos, “trabalhar no evento do Setembro Amarelo foi muito significativo pra mim. Tratamos sobre a prevenção ao suicídio, sobre depressão e quase que indiretamente sobre a qualidade da nossa vida psíquica no dia a dia. Na culminância do evento tivemos premiação de um concurso de pintura sobre o tema, fotos de uma dinâmica do projeto, textos, dados sobre suicídio, teatros e até uma música. Fora os cartazes que fizemos. E tudo isso nos fez refletir muito sobre como tratamos as pessoas ao nosso redor e como podemos ser melhores com todos. Ninguém sabe o que uma pessoa está enfrentando dentro dela, e por isso temos que ser gentis e cuidadosos com as palavras. Podemos fazer de todos os meses 'amarelos' na nossa vida, basta ser gentil com todos e sempre procurar alguém pra conversar quando não nos sentimos bem. E é isso, o projeto foi bastante proveitoso para mim, acredito que também pra muitas outras pessoas no campus”.
Para Élike Raquel Barbosa Biliato, que cursa Biotecnologia, a realização do projeto “ajudou muita gente até pelos comentários que surgiram nos corredores. Ajudou bastante gente pelo simples fato de ter a dinâmica do anjo que aproximou as pessoas”.
“Os professores conselheiros de cada turma foram de grande ajuda para o sucesso deste projeto, principalmente auxiliando os alunos na Dinâmica do Anjo. Ações como estas precisam ser desenvolvidas nas escolas de forma contínua, a fim de estimular o fortalecimento dos relacionamentos interpessoais”, avalia a Assistente de Alunos, Elaine Márcia Souza Rosa.
Fonte: Assessoria. 
Alunos durante apresentação de trabalhos
 

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