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Publicado em 5 de novembro de 2018

Coluna Almanaque: A POLÊMICA DO IPTU: REVISÃO OU ACHAQUE?

Por Fábio Marques
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Por Fábio Marques
O IPTU mais caro do Estado poderá ficar mais caro ainda. Uma empresa de fora assinou contrato com a prefeitura de Guajará-Mirim e acabou levando facinho 520 mil patacas dos cofres públicos para revisar o cálculo de valores dos imóveis porque o prefeito entende que há mais de vinte anos que não tem aumento.
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Em quase todas as cidades do Brasil, o cálculo da planta de valores do IPTU é de caráter simbólico para não sacrificar o bolso dos cidadãos. Calcula-se tal imposto baseado no valor venal das casas. Aqui parece que fizeram o cálculo pelo valor de mercado. Uma coisa é uma coisa e outra é outra. Valor venal é o último preço possível para venda imediata de uma casa ou terreno e valor de mercado tem a ver com a especulação comercial dos imóveis. No caso exposto, parece que tem mais a ver com a ganância em arrecadar recursos por conta da falta de domínio do prefeito em administrar a coisa pública.
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Uma sugestão: os cidadãos de bem de Guajará-Mirim deveriam parar de pagar o IPTU e com o dinheiro do imposto abrirem uma poupança e apenas pagarem o tributo no dia da saída deste prefeito do mandato. Aí eu queria ver este sujeito se arranjar nos “trinta segundos”, uma vez que pouco ou nada produz em prol destes cidadãos.
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Informes de fontes confiáveis dão conta de que mais de mil execuções fiscais estão sendo ajuizadas pela prefeitura. De acordo com relatos, acabou a política de isenção para aqueles que se acharem em situação de débito com o Palácio Pérola. Administrações passadas nunca aplicaram cobranças judiciais porque esta medida não é bem vista com bons olhos. Já os responsáveis por esta gestão pública entendem que não pode haver omissões na cobrança dos impostos e que a prefeitura incorre em renúncia de receita caso não efetue este arrocho fiscal contra os cidadãos.
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É urgente e preciso que Guajará-Mirim comece a repensar o sistema de se trabalhar as emissoras de rádio. Hoje, além do puxa-saquismo oficial que fazem alguns radialistas a troco de trinta moedas, também é de preocupar a utilização que algumas igrejas vêm fazendo do rádio. O formato dos programas também é um lixo total. Informação barata, fofocas, simpatias, bobagens de todo o tipo. Uma emissora de rádio de verdade era para ser usada como instrumento de notícias, de educação, de cultura, de difusão da boa música e, no entanto, só temos esgoto cultural. Quem tem a infelicidade de escutar o radio do vizinho, sabe do que estou falando.
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Não está se pregando aqui que as rádios da cidade tinham por obrigação só tocar bossa nova ou MPB por conta do gosto musical do escriba, mas gostaria de voltar aos clássicos tempos em que tínhamos bons programas de rádio em Guajará-Mirim. Tempos dos bons atletas dos informes como Aluízio da Silva, Clayton Moraes e Moura Reis. E também dos excelentes craques da audiência como Wilson Charles, Valter Hyalas e Cristóvão Nonato. Não é saudosismo, mas o que ocorre hoje na cidade em termos de política e cultura também é reflexo dos meios de comunicação alienados.
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