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Publicado em 22 de setembro de 2018

Coluna Almanaque: TOCANDO EM FRENTE

Por Fábio Marques
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Por Fábio Marques
Sem qualquer apoio cultural bancando meus garranchos, insisto em manter a Coluna no ar porque sou sabedor que no entremeio de muitas caras e cus de nossa cidade, ainda tem gente com neurônios que consegue compreender alguma coisa que se passa neste cafundó provincial e se indigna com tanta podridão. Já me disseram, e não foram apenas duas ou três pessoas, que se tivesse estrela, estaria compondo artigos para sites do Brasil afora, ganhando dinheiro pacas e comendo belas e notáveis mulheres.
Uma confissão: Só tenho o ginasial completo. Na adolescência não gostava de sala de aula. Por outro lado, amava a leitura. Graças ao meu saudoso pai, que tinha uma assinatura da Editora Record, aprendi a beber cerveja com Voltaire, papear com Montesquieu, prosear noite adentro com Bertrand Russel e me deleitar com Milan Kundera. O problema é que isto não confere diploma para filho da puta nenhum. Talvez seja por conta desta lógica míope que algumas pessoas desta cidade que nunca souberam nem bater uma punheta direito na vida, enxergam este escriba apenas como um beberrão, mal educado e durango kid.
Anos e anos fazendo críticas a vários governos que se passaram, hoje observo uma constante acomodação por parte da população. Não há mudanças no status social do povo. Quanto mais rico um povo, mais rico o espaço em que habita. Este fator gera riqueza, circula moeda, agrega produção e serviço e se traduz em saúde, educação e cultura deste povo. Guajará-Mirim é uma cidade rica em recursos diversos e, no entanto, com uma população às margens da miséria.
Na cidade não há saúde, a educação não está a contento, não existe saneamento básico na maioria dos bairros, as avenidas estão cheias de buracos. A cidade é a celula-mater dos cidadãos. Agora quando esta célula está viciada nos desvios, o que resta é a paradeira em todos os setores, comércio, indústria, serviços, etc...
Existe ainda outro grosope na questão: os escrotos de plantão não querem que a população se inteire de forma alguma deste aspecto em forma de espectro. Condenam qualquer um que queira elevar a verdade para o patamar das discussões. Pra traduzir: desejam controlar a liberdade. Ora meus culhões! Liberdade não tem controle! Liberdade é liberdade! Na democracia, liberdade não tem adjetivos nem sinônimos. Cada um deve responder por aquilo que faz e fala. Assim funciona a democracia. Por que então querer engessar as idéias e os debates?
Quem faz vida pública está exposto à opinião pública. Em caso de calúnia, mentiras, injúrias, etc... cabe à vítima das ofensas procurar a justiça. Este é outro ditame da democracia. Por outro lado, quem tem consciência das coisas, jamais deve ter medo de emitir opiniões a respeito de posições erradas dos políticos. A vida particular de quem quer que seja não interessa. O compromisso de quem escreve artigos de opinião é com a verdade sobre as coisas públicas e sobre os ditos homens públicos.
Claro está que minhas singelas palavras mal expostas num linguajar mesclado entre o vocabular etílico e a pretensa erudição vão arrepiar tanto os censores da elite letrada como os leigos ingênuos que, na pequenês de suas almas, coabitam e chafurdam num pântano de ignorância.
Mas os cidadãos de bem irão entender. É isto o que importa.

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