Nova Mamoré

[Nova Mamoré][list]

Geral

[Geral][bsummary]

Últimas Notícias

[recentposts]

Outras Notícias

[randomposts]

Publicações Legais

[AP][twocolumns]
Navegação
Publicado em 11 de julho de 2018

Prazo de conclusão não é cumprido e hospital de mais de R$ 14 milhões segue com obra atrasada há quatro anos

Prazo de conclusão não é cumprido e hospital de mais de R$ 14 milhões segue com obra atrasada há quatro anos
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O novo Hospital Regional de Guajará-Mirim (RO), que custou mais de R$ 14 milhões aos cofres públicos e está com a conclusão da obra atrasada há quatro anos, deveria ter sido entregue pronto para atender a população em abril deste ano, conforme anunciou a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) em dezembro de 2017, porém mais uma vez o prazo previsto não foi cumprido.
O novo prazo de entrega é o próximo mês de agosto, mas sem data anunciada. Atualmente o portão de acesso à unidade está trancado e a estrutura está deteriorada, como pintura desbotada, bastante mato em volta da construção e ferrugem nas estruturas de ferro.
O prédio começou a ser construído em maio de 2013 e tinha a previsão inicial de ser concluído até o início de 2014, desde então a obra ganhou aditivos e recebeu vários novos prazos de conclusão, mas nenhum deles aconteceu de fato. 
Depois de pronto, o hospital seria utilizado para fazer o atendimento de pacientes de Guajará-Mirim e Região, além de indígenas e também de bolivianos que cruzam a fronteira para buscar atendimento no Brasil, assim como já é feito no Hospital Regional Perpétuo Socorro desde sempre.
Em 2015, o secretário estadual de saúde, Williames Pimentel, alegou em entrevista que a obra havia atrasado porque o município passou por uma grave problema em 2014: a enchente histórica que deixou a região isolada por vários dias e atingiu mais de 500 famílias.
"Estamos em uma grande discussão com a bancada federal, junto ao Ministério da Saúde, para que os compromissos firmados na liberação dos recursos para a compra dos equipamentos sejam viabilizados”, declarou Pimentel na época.
Em uma nova entrevista em dezembro do ano passado, o secretário voltou a falar sobre o assunto e cravou um novo prazo de entrega: abril deste ano, mas o plano não saiu do papel.
“Em abril, a previsão é abril de 2018. Ainda faltam alguns detalhes, mas estamos trabalhando para entregar a obra”, disse.

Sesau
Sobre a obra, a assessoria de comunicações da Sesau declarou na época que um aditivo no orçamento inicial foi feito a pedido da própria construtora, que já havia sido pago. Em 2017, o órgão afirmou que repassou mais de R$ 1,4 milhão à empresa.
A Sesau declarou ainda que a construtora requereu um pedido de recomposição de taxa administrativa durante uma reunião com o Departamento de Estradas de Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos de Rondônia (DER-RO), e que o pedido seria enviado para a Procuradoria Geral do Estado para análise.
Em relação aos repasses, a Sesau afirmou veementemente que não há faturas em aberto, e que a construtora emite as notas para pagamento e a secretaria envia para o banco dentro do prazo, efetuando o repasse final.

Construtora desmente pagamentos recebidos e prazo de entrega
Na ocasião, a construtora responsável pela obra para saber os motivos do atraso. A empresa declarou que a obra estava 85% concluída, mas que havia parado por falta de pagamento e que apenas cinco funcionários estavam sendo mantidos para fazer a manutenção do prédio.
A Construtora alegou ainda que durante os anos de atraso bancou todo o processo de manutenção do prédio sem receber nenhuma verba, gastando aproximadamente R$ 35 mil por mês com recursos próprios, e que agora a dívida não foi reconhecida pela Sesau.
A empresa desmentiu o prazo dado pela Sesau, de que o hospital seria finalizado até abril de 2018, declarando que mesmo que o repasse de todo o dinheiro que faltava fosse feito, a conclusão até a data anunciada era impossível de acontecer. 

Novo posicionamento da Sesau
Nesta terça-feira (10), em contato com a Sesau e pediu um novo posicionamento sobre a obra. Segundo o setor de fiscalização de obras do órgão, a nova previsão de entregue é agosto deste ano. Os atrasos registrados na execução ocorreram porque o Ministério da Saúde não repassou a verba para que a Caixa Econômica Federal liberasse os valores destinados à conclusão. 
O atraso no repasse da verba causou um desinteresse da construtora responsável pela obra. Em média, cada valor estava demorando cerca de três meses para ser repassado.
Ainda segundo o setor de fiscalização de obras, atualmente há dois aditivos, sendo um de R$ 1 milhão (no início da obra) e outro de R$ 800 mil (que não foi totalmente pago ainda).
Fonte: G1

Enviar

O Mamoré

Themelet provides the best in market today. We work hard to make the clean, modern and SEO friendly blogger templates.

Comentários: