Nova Mamoré

[Nova Mamoré][list]

Geral

[Geral][bsummary]

Últimas Notícias

[recentposts]

Outras Notícias

[randomposts]

Publicações Legais

[AP][twocolumns]
Navegação
Publicado em 4 de junho de 2018

Coluna Almanaque - UMA PONTE LONGE DEMAIS*

Por Fábio Marques
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por Fábio Marques
Depois de ter causado o maior tsunami na cidade, eis que no último dia 12 de Fevereiro apareceu na Rádio Rondônia para entrevista o retrógrado advogado defensor do atraso sócio-econômico que, substanciado nos pergaminhos da ecologia e da defesa do meio-ambiente, elevou a discussão da Ponte Brasil-Bolívia à questão sub-júdice através de embargo do tão sonhado projeto. Na ocasião o causídico esquivou-se do atropelo burocrático que aprontou e disse não ter nada a ver com o peixe. Claro que não. Tem a ver com serpentário, viveiro de cobras e sucuris.
O que ficou patente para todos os que puderam escutar as falas do advogado é que, uma vez que não encontrou eco nem respaldo nas ruas e no cotidiano das pessoas para o escarcéu que perpetrou, o rábula ativista preferiu tirar o c# da reta. Em outras palavras: incapaz de produzir o que quer que seja em prol do progresso da cidade, mas com uma necessidade sem tamanho de aparecer, o tal Raimundo Não Sei Das Quantas, resolveu matar a galinha dos ovos de ouro ao mesmo tempo em que se destituiu de toda a celeuma que hoje provoca.
Para os que ainda não sabem, a Ponte Brasil-Bolívia faz parte de um acordo bilateral, o Tratado de Petrópolis, e foi objeto de várias audiências e amplas discussões tanto em Guajará-Mirim como na Bolívia e na Câmara alta de Brasília. O projeto de construção da ponte segue os trâmites, instruções, complementos e rotinas que são necessários, uma vez que o DNIT possui caráter institucional, diretivo e executivo dos serviços que advirão com a construção da mesma, tais como licitação de empresas e criação de empregos.
Em relação a este projeto, o que se vê e se escuta nas ruas é que hoje há um conjunto de forças a favor do progresso. Há uma nova consciência de que não pode prevalecer nenhuma atitude negativa. E desta consciência é que emergem poderes e atores políticos, governos e cidadãos. Daí que as emergências políticas, sociais e econômicas influenciam todas as camadas a induzir as altas esferas a firmar pactos, a assinar e executar projetos de desenvolvimento para Guajará-Mirim. Por isso é que nenhuma força contrária deve prosperar. Nenhuma cidade do mundo se desenvolve sem uma base cimentada na tecnologia.
Agora também há que se atentar que esta obra não deve obedecer a atos políticos e nem eleitoreiros, mas sim a parâmetros sociais com vistas ao progresso e bem estar do povo de Guajará-Mirim. Não deve em nenhum momento beneficiar este ou aquele político interessado em pleitos e votos, até porque a administração de bens, valores e benefícios está proibida a agentes públicos em ano de eleições, conforme lei do TRE. Então seria mister manter desconfiança em relação a eventuais “pais da matéria” que com certeza vão aparecer.
Quanto ao notório causídico tão ligado a defensoria dos animais irracionais e outros bichos escrotos que, quer queira quer não, encrespou a coisa, porquê em vez de “soltar as cachorras” e ficar falando “cobras e lagartos” por aí, o mesmo não acaba de vez com esta papagaiada e vai pentear macacos?
*Da seleção de melhores crônicas do autor.
Apoio cultural:

Enviar

O Mamoré

Themelet provides the best in market today. We work hard to make the clean, modern and SEO friendly blogger templates.

Comentários: