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Publicado em 18 de maio de 2018

Empresários, funcionários e população participam de manifesto contra o novo processo da RF

A decisão é um descontentamento para o comércio que afirma perder bastante com o novo método adota pela RF, a carreata pacífica transitou pelas avenidas do município e contou com a apoio de moto taxista e comunidade em geral.
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Desde a última segunda-feira, 14, empresários, comerciantes, funcionários, chapas e barqueiros cruzaram os braços em frente ao Porto Oficial que dá acesso a exportação, a ação deve-se a medida estabelecida pela Receita Federal do Brasil, que desde 2015 vem se arrastando e na segunda-feira passou a entrar em vigor no município de Guajará-Mirim. A decisão é um descontentamento para o comércio que afirma perder bastante com o novo método adota pela RF, a carreata pacífica transitou pelas avenidas do município e contou com a apoio de moto taxista e comunidade em geral.
 Para os empresários as vendas se tornarão impactadas porque as travessias ficarão mais caras e o processo burocrático para a entrega dos produtos será demorado, o que vai atrapalhar os negócios, consequentemente o faturamento mensal vai diminuir. Uma das principais reivindicações da classe é a melhoria da infraestrutura do Porto Oficial.
 No de 1990 os governos do Brasil e da Bolívia assinaram um Tratado para que as exportações para o território boliviano fossem feitas exclusivamente por uma balsa regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e não por barqueiros da região, além de registrar todas as mercadorias na Aduana boliviana.
 
Com o novo método de exportação, a Associação Comercial e Industrial de Guajará-Mirim acredita que nas principais empresas de exportação haverá demissões em massa caso a medida seja mantida, assim como um grande número de desempregados que sobrevivem com o trabalho de chapa, apontando um número de 1,5 trabalhadores desempregados.

Porto fechado
O porto de turistas foi fechado desde a meia de quinta-feira, 17, e sem previsão para voltar a funcionar normalmente.
Estudantes que residem em Guajará-Mirim e diariamente atravessam para a Bolívia serão também prejudicados, ou vice versa.

Bolívia
Na Bolívia a manifestação é tensa e ao lado do porto de turistas um aglomerado de pessoas manifestam em favor que retorne a exportação do Brasil para a Bolívia por barqueiros.
Fonte: O MAMORÉ

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