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Publicado em 8 de novembro de 2017

Fechamento de escola: professores e pais de alunos recorrem à Câmara Municipal

O embaraço criado com o anúncio do término do convênio entre o governo estadual e a administração municipal que culminou no impasse gerado pelo possível fechamento da Escola Almirante Tamandaré, induziu a classe de professores e pais de alunos a se reunir com Câmara Municipal.
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O embaraço criado com o anúncio do término do convênio entre o governo estadual e a administração municipal que culminou no impasse gerado pelo possível fechamento da Escola Almirante Tamandaré, induziu a classe de professores e pais de alunos a se reunir com Câmara Municipal na manhã de terça-feira (07) a fim de conjugar esforços no sentido de encontrar soluções para o problema.
O encontro ocorreu no Plenário da Casa de Leis e contou com a participação do presidente do parlamento, Sérgio Bouez (PSB), do vice-prefeito Davino Serrath (PMN), da secretária de Educação Municipal, Teresa Crespo, dos vereadores João Vanderlei (PSDC), Augustinho Figueiredo (PDT), Gilmar Oronão (PMDB), Roberto do Mercado (PMN) e Raimundo Barroso (PMN), além de líderes de conselhos e associações.
Pelos reclames da classe docente e de pais de alunos, com a iminência do fechamento da unidade escolar, os alunos serão obrigados a se remanejar para as escolas Paul Harris e Floriza Bouez, órgãos de ensino mais próximos, mas que ainda assim a uma distância a se considerar, o que se constitui em transtorno para as crianças que vão ter que enfrentar além do trânsito caótico, algumas vias de tráfego rápido e de perigo em horário de pico para chegarem às salas de aula.
Ao se posicionar sobre o caos formado, a secretária Teresa Crespo disse que tem buscado formas de resolver este apuro. A secretária explicou que a cooperação técnica firmada entre o governo estadual e o governo municipal visava reordenar os alunos da rede municipal para a Escola Tamandaré pelo período de dois anos. Com o tempo de contrato prestes a acabar, a proposta da Prefeitura é prorrogá-lo por mais dois anos a fim de atender os alunos com matrículas já efetuadas.
Outro assunto levado ao debate foi a questão dos alunos que não estão constando na lista da chamada escolar nem da escola municipal e nem da escola estadual. Ora! Se não estão na chamada também não estão na matrícula. E se não estão na matrícula, estão correndo o risco de perderem o ano letivo.
O professor Francisco Sanches, um dos presentes, ao utilizar-se da palavra afigurou que a Escola Tamandaré comporta hoje cerca de 350 alunos e que a manutenção de uma instituição deste porte orbita em torno de 7 milhões de Reais por ano. Segundo Sanches, encerrar as portas do complexo educacional é uma barbárie tanto para o município como para o Estado. “O negócio é que ninguém quer assumir as despesas com pessoal e material”, disse o professor.
Com muita gente falando e com poucos pontos de consenso, a reunião foi marcada pela incompreensão, com pessoas chegando a atacar até os próprios edis. Ciente a tudo, o presidente da Casa, Sérgio Bouez, garantiu que irá agendar um encontro com o Governo do Estado com o intuito de abordar a situação e encontrar soluções plausíveis para esta pendenga.
Ao final da reunião foi assinado um Termo de Acordo entre a classe de pedagogos e os vereadores presentes.
Fonte: Assessoria

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