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Publicado em 1 de novembro de 2017

As dificuldades da Pérola do Mamoré, administração anterior afundou Guajará

Por Waldir Costa
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 Por  Waldir Costa
Guajará – Esta semana tem um feriado nacional na quinta-feira (2) Dia de Finados. Como a maioria dos órgãos públicos costuma decretar ponto facultativo nas sextas-feiras, quando os feriados são nas quintas-feiras muita gente deverá esticar o feriadão. Devido a isso boa parte do servidores aproveita para viajar para o interior ou a outros estados. Quem tem pretensões de ir até Guajará-Mirim, para boas compras na Bolívia e também no município brasileiro, a BR 425 está um “tapete”, totalmente restaurada.

Abandono – A histórica cidade de Guajará-Mirim há tempo clama por socorro. Se em passado recente chegar a Guajará era uma aventura devido à precariedade da 425, o problema hoje são as ruas da cidade. Quem precisa utilizar ruas paralelas a avenida Leonardo Matos, a principal tem que ter paciência devido aos buracos, que são muitos. Como já estamos no período chuvoso não é tarefa das mais simples circular na maioria das ruas da cidade. E a culpa não pode ser creditada ao prefeito Cícero Noronha (DEM), que assumiu somente em abril deste ano.

Indeferido – Nas eleições de outubro de 2016 foi eleito prefeito Antônio Bento (PMDB). Ele não assumiu em janeiro último, porque sua candidatura foi indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TRE). Quem assumiu (interinamente) foi o presidente da Câmara Municipal, Sérgio Bouez (PSB), que perdeu a eleição extra realizada em abril último para Noronha, que assumiu no dia 20 do mesmo mês com o vice, vereador Davino Serrath (PMN). Agora Noronha tem um caminho difícil pela frente, porque os dois mandatos anteriores, do petista Dúlcio Mendes foram desastrosos para a cidade.

Tapa-buracos – Recentemente o Rondônia Dinâmica publicou Opinião sobre a possibilidade de corrupção nas operações “Tapa-Buracos” bancadas pelo Dnit. Além do trabalho de péssima qualidade, todos os anos, no caso de Rondônia, a BR 364, principal rodovia federal do Estado “enterra” milhões de reais tapando buracos com farelo de asfalto. Questionamos, na ocasião, que estariam sendo favorecidos, além das empreiteiras, que realizam trabalho ruim, para que todos os anos ele seja refeito a custo astronômico também políticos e técnicos.

Fonte: Rondônia Dinâmica

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