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Publicado em 20 de setembro de 2017

Audiência debate necessidades de extrativistas da Resex Rio Ouro Preto

Nos dias 26 e 27 de outubro acontece o seminário. A pauta dos assuntos que serão abordados estão fontes de conhecimentos e meios para que os moradores da Resex possam sobreviver.


Realizada na última sexta-feira, 15, Audiência Pública para tratar das necessidades dos moradores extrativistas da Reserva Extrativista Rio Ouro Preto (Resex Rio Ouro Preto), na Câmara de Vereadores. O evento reuniu representantes de órgãos ambientais lotados no município de Guajará-Mirim/RO.
A propositura foi uma iniciativa do vereador Augustinho Figueiredo (PDT), que idealizou a Audiência em decorrência de necessidades apresentadas pelos moradores da Resex, que buscam meios de sobrevivência.
O evento reuniu representantes de Porto Velho e Guajará-Mirim do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), representante do Escritório Regional de Gestão Ambiental de Guajará-Mirim da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Universidade Federal de Rondônia – Campus de Guajará-Mirim/UNIR e lideranças comunitárias da Resex.

Para um dos representantes dos extrativistas da Resex, Paulo Nunes, um projeto piloto para resgatar o turismo e as unidades de reserva alavancaria o município.
O membro do Conselho Deliberativo da Resex Rio Ouro Preto, Edvaldo Souza da Costa, a necessidade de como os extrativistas procederem com plano de manejo, passo a passo, sem infringir as leis ambientais, poderiam ser um dos recursos de sobrevivência dos moradores.
Diante das manifestações apresentadas pelos representantes e moradores da Resex, o vereador Augustinho Figueiredo propôs a realização de dois dias de seminário para que atendesse com informações e conhecimentos os extrativistas. Ficando assim definido para os dias 26 e 27 de outubro a realização do seminário, com local ainda a ser definido. A pauta dos assuntos que serão abordados estão fontes de conhecimentos e meios para que os moradores da Resex possam sobreviver.
O responsável do ICMBio pela Resex Rio Ouro Preto, Albino Batista Gomes, salientou que deve-se atentar que hoje a Resex do Ouro Preto é a segunda em desmatamento no Brasil.
O professor da Unir, do curso de Gestão Ambiental, Gabriel Cestari Vilardi, citou que esteve recentemente na cidade de Alta Floresta, no Mato Grosso, que possui os mesmos recursos que o município de Guajará-Mirim e também com um quantitativo próximo ao número de habitantes, o ecoturismo é o meio de sobrevivência daquela região. Acredita que deve-se trabalhar o assunto afim de buscar meios para que seja também uma fonte de renda para os extrativistas e para o município de um modo em geral.
O evento encerrou com as atribuições para cada representante de instituição que deverá somar esforços para a realização do seminário.
Fonte: O MAMORÉ
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