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Publicado em 21 de agosto de 2017

Despejo irregular de lixo continua sendo feito às margens do Rio Mamoré

Crime foi denunciado por moradores de Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia. Lixo é descartado e queimado, mas nenhum infrator foi preso.
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Lixo continua sendo descartado às margens do rio
O despejo ilegal de lixo e entulho às margens do Rio Mamoré continua sendo feito mesmo após as fiscalizações da Polícia Militar Ambiental e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) de Guajará-Mirim (RO), município localizado na faixa de fronteira com a Bolívia, a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. Em fevereiro deste ano, os moradores dos Bairros Cristo Rei e Almirante Tamandaré denunciaram o fato às autoridades, porém o problema não foi resolvido e os descartes continuam.
Além do descarte, o material também é queimado pelos infratores, o que resulta em muita fumaça que acaba entrando nas residências próximas, mas apesar das denúncias no início do ano, nenhum infrator foi identificado ou preso. 
Moradores reclamam da falta de fiscalização
 No local foram encontrados entulhos de construção, móveis e eletrodomésticos velhos, animais mortos, restos de alimentos e vários tipos de materiais que demoram a se decompor naturalmente como o plástico, vidro e borracha, além de garrafas de bebidas e até preservativos usados.
De acordo com um morador que preferiu não se identificar por medo de represália, geralmente o lixo é descartado no local por outros moradores do próprio bairro e também de pontos próximos.
 “A gente vê quem é, mas vai falar o quê? Se as autoridades competentes não tomam nenhuma providência não sou eu que irei prender ninguém. Depois essas pessoas acabam querendo se vingar da gente e criamos inimigos porque muitos não tem essa consciência de que ali não é local para jogar o lixo”, desabafou o homem.
Segundo a Polícia Ambiental, se alguém for flagrado despejando o lixo em local inadequado irá responder criminalmente conforme a Lei dos Crimes Ambientais 9.605/98. Se condenado pela Justiça, o infrator pode pegar de um a cinco anos de reclusão, além do pagamento de multa, compatível com o dano causado no meio ambiente e a condição financeira do acusado.
A Semma declarou que vai intensificar as fiscalizações para inibir a prática, porém o problema só poderá ser resolvido com a conscientização da própria população em relação ao despejo irregular do lixo, já que os crimes são praticados em horários noturnos e geralmente quando existe pouco fluxo de veículos no local. 
Lixo é descartado e queimado, mas nenhum infrator foi preso

 
Fonte: G1

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