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Publicado em 6 de agosto de 2017

Bolivianos celebram 192 anos independência do país com ato cívico

Os 192 anos de independência da Bolívia foram comemorados na cidade vizinha de Guajará-Mirim/RO, em Guayaramerin-BO, com atos cívicos-cultural na principal Avenida daquela cidade, Frederico Román, promovido pela Alcadia (Prefeitura). Autoridades civis e militares do Brasil e Bolívia participaram da cerimônia.
Os 192 anos de independência da Bolívia foram comemorados na cidade vizinha de Guajará-Mirim/RO, em Guayaramerin-BO, com atos cívicos-cultural na principal Avenida daquela cidade, Frederico Román, promovido pela Alcadia (Prefeitura). Autoridades civis e militares do Brasil e Bolívia participaram da cerimônia.
O presidente da Associação dos Moradores Residentes em Guajará-Mirim, Rolando Añez Parada, destacou a importância da data para a comunidade da fronteira. "Esse dia em que rememoramos a libertação de um povo irmão, nos mostra que independência é uma luta contínua que se trava todos os dias. Nós, que residimos em Guajará-Mirim, e com filhos nascido no Brasil, juntamente com os bolivianos de Guayaramerin e Riberalta, temos nossas características próprias, vivemos na fronteira. Cabe a nós, prosseguirmos numa trajetória de união para construirmos um futuro com progresso e qualidade de vida para todos", disse.
Apresentação da Corporação Rítmica Fênix, da Escola Estadual Simon Bolívar
A alcadesa municipal (prefeita), em Guayaramerim, Hellen Gorayeb Callejas, lembrou a data histórica e exaltou a união dos povos brasileiros e bolivianos que vivem nessa faixa de fronteira.
Desde o dia 1º de agosto as festividades iniciaram e encerram no final do mês, dentre solenidades, desfiles, eleição de belas representantes, concursos de bandas, competições e participações esportivas, e eventos culturais.
Relatos históricos afirmam que a Independência da Bolívia em relação ao domínio Espanhol foi um desdobramento do fato ocorrido em 16 de julho de 1809, quando um grupo da elite crioula (brancos de ascendência espanhola nascidos na América), liderado por Pedro Domingo Murillo, realizou a Revolução de Julho, uma declaração de independência que acabou não durando muito tempo.
Esse momento histórico causou polêmica recentemente quando o atual governo do presidente Evo Morales excluiu do calendário de comemorações aos 200 anos da data a metade oriental da Bolívia, que engloba as províncias de Santa Cruz, Tarija, Beni e Chuquisaca, todas contrárias ao governo. Morales diz que o movimento de 1809 foi somente um desdobramento de levantes de tribos indígenas em 1781 - algo que os historiadores afirmam terem sido apenas eventos isolados contra a repressão, e não tinham como objetivo a independência do país.
Dezesseis anos após a Revolução de Julho, foi consolidada a independência boliviana, em 06 de agosto de 1825. Simón Bolívar, conhecido como o Libertador da América, foi o primeiro presidente da Bolívia, que recebeu este nome em sua homenagem. Até então, o território era chamado de Alto Peru. Ao longo de sua história, o país acumula inúmeras revoluções e golpes militares. Em 1980, a democracia foi restaurada após a destituição de uma junta militar.

Fonte: O MAMORÉ
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