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Publicado em 15 de agosto de 2017

Alunos de 4 a 12 anos ficam expostos no pátio da escola que tem muro caído há 7 meses

Parte do muro lateral caiu durante um vendaval no início do ano em Guajará-Mirim. Escola Municipal Floriza Bouez atende 349 alunos de manhã e à tarde.
Parte do muro caiu e alunos ficam expostos durante o horário de aula
A Escola Municipal Floriza Bouez, situada no Bairro Serraria em Guajará-Mirim (RO), está com parte do muro lateral caída há sete meses, deixando os alunos de 4 à 12 anos expostos durante os turnos da manhã e tarde.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), a estrutura desabou durante um vendaval ainda no mês de janeiro, antes do início do ano letivo, mas não existe uma previsão exata para que os reparos sejam feitos.
A instituição tem 349 alunos que são da educação infantil (Pré 1) e ensino fundamental (1º ao 5º ano), tendo o ano letivo de 2017 iniciado no dia 13 de fevereiro, quase um mês após o muro ter desabado. Mesmo com o início das aulas, a estrutura não foi reparada e os estudantes permaneceram expostos durante vários meses seguidos.
Procurada pelo G1 na segunda-feira (14), a atual secretária municipal de educação, Tereza Crespo, declarou que vários setores da escola irão receber reparos e que já existe um processo montado com o valor de R$ 5.549 de recursos próprios, porém, essa verba ainda não está disponível porque a liberação depende de trâmites burocráticos.
Segundo a secretária, ainda não existe a previsão de data específica para que as obras iniciem, mas a pasta irá resolver o problema antes do final do ano letivo.
“A Floriza Bouez precisa de vários reparos, mas houve demora por causa do Conselho Escolar e porque teve uma troca na direção da escola, além de o município ter passado por uma eleição suplementar para escolher o novo prefeito, e tudo isso acabou atrasando a manutenção. Outra questão importante é que, para fazer uma obra tem que ter verba, e iniciamos o ano com 100% dos recursos voltados para a folha de pagamento dos servidores, ou seja, não tinha recursos para fazer os reparos nesse período, mas vamos sanar o problema”, explicou a servidora.
Muro e outros setores da escola receberão reparos, mas ainda sem previsão de início das obras, diz Semed
Tereza informou ainda que a Vigilância Sanitária fiscalizou as instalações e deu um prazo para que vários setores recebessem manutenção, além do conserto do muro, que também foi uma das cobranças feitas pelo órgão.
“Houve a visita da vigilância e um prazo foi dado para sanar os problemas encontrados com relação aos banheiros, pisos e forros, sendo que o muro está incluso. Sobre os riscos de exposição para os alunos, todos os servidores estão mais alertas em relação a isso. Todo cuidado é pouco e sabemos que realmente as crianças estão expostas, mas temos um agente de portaria que colabora com esse trabalho e orientamos os professores para redobrarem a atenção no horário das aulas e do recreio”, finaliza.
 

Fonte: G1
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