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Publicado em 13 de julho de 2017

Operação Máfia da Tora: Desarticulada quadrilha que atuava em Nova Mamoré, Guajará-Mirim e SC

A ação conjunta entre a Polícia Federal, Receita Federal e IBAMA foi deflagrada durante a amanhã desta quinta-feira, 13, nos Distritos de Palmeiras e Nova Dimensão, zona rural do município de Nova Mamoré, município de Guajará-Mirim, em Vista Alegre, Distrito de Porto Velho/RO, e Florianópolis, Santa Catarina.
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Contra os envolvidos com extração de madeiras em terras indígenas, sonegação, crimes ambientais, falsidade ideológica e até lavagem foi expedido pela Justiça de Rondônia 31 mandados judiciais, desarticulando a ação delituosa praticada por proprietários de madeireiras, laranjas e outros profissionais que participavam do esquema. 
A ação conjunta entre a Polícia Federal, Receita Federal e IBAMA foi deflagrada durante a amanhã desta quinta-feira, 13, nos Distritos de Palmeiras e Nova Dimensão, zona rural do município de Nova Mamoré, município de Guajará-Mirim, em Vista Alegre, Distrito de Porto Velho/RO, e Florianópolis, Santa Catarina. Dos 10 mandados de prisão preventiva, 04 são em desfavor de mulheres e 06 são homens, sendo cumpridos 03 em Nova Dimensão e 02 no Distrito do Palmeiras, incluindo casal de proprietários de madeireira. Não foram cumpridos todos os mandados, considerados agora os envolvidos, como foragidos pela Justiça. 15 mandados de busca e apreensão e 05 conduções coercitiva foram cumpridas.
Durante coletiva o auditor fiscal da RF, Michel Teodoro (e) e delegado titular da PF, Heliel Martins (d)
De acordo com o delegado titular da Polícia Federal, em Guajará-Mirim, Heliel Jefferson Martins Costa, todos são apontados de praticarem delitos ambientais na região de Nova Mamoré/RO. Relatou durante entrevista à reportagem do jornal e site O Mamoré, que o trabalho de investigação iniciou em conjunto com Polícia Federal, Receita Federal e IBAMA no final de 2014, onde o grupo de madeireiros criaram um sistema fraudulento de fluxo clandestino de saldo do sistema DOF – do IBAMA (emissão de no ta fiscal) para dar ares de licitude às madeiras removidas de regiões de terras indígenas e preservação permanentes. Esse grupo se valia também da retirada ilícita de madeiras da região do Distrito de Vista Alegre, zona rural de Porto Velho/RO.
Os presos foram encaminhados para o presídio masculino e a mulher para o albergue feminino, de Guajará-Mirim.
O IBAMA apresentará a quantidade estimada de quantos milhares de metros cúbicos foram retirados ilegalmente. 

Sonegação tributária
O auditor fiscal da Receita Federal, Michel Teodoro, participou da operação juntamente com equipe de profissionais da RF em parceria com policiais federais e do IBAMA. Afirmando durante entrevista, que a organização criminosa gerou um prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento de tributos federais, de mais de R$ 6 milhões de reais nos últimos anos.
O auditor ainda asseverou que as atividades nas madeireiras envolvidas foram suspensas provisoriamente e houve decretação de indisponibilidade de bens pertencentes aos grupos.
Fonte: O MAMORÉ

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