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Publicado em 5 de julho de 2017

Mário Pedrozo Quintão: 72 anos de vida e contribuições

Mário Pedrozo Quintão, nascido em Rolim de Moura (Guaporé) aos 05 de julho de 1945, casado desde 1970 com a Anair Padilha Quintão com quem tem 03 filhas, Maria da Conceição, Marizângela e Marizeuda.


Mário Pedrozo Quintão, nascido em Rolim de Moura (Guaporé) aos 05 de julho de 1945, filho de Noberto Pedrozo Quintão e Bernardina de Jesus Nobre, casado desde 1970 com a Anair Padilha Quintão com quem tem 03 filhas, Maria da Conceição, Marizângela e Marizeuda, das quais foram gerados seis netos.
Veio para a cidade de Guajará-Mirim em 1964 para servir o Exército Brasileiro onde trabalhou na função de corneteiro até meados de 1985.  Um dos fatos que marcou sua carreira militar foi o dia em que tocou para o Presidente da República João Batista de Oliveira Figueiredo, em 1983, na inauguração da E.E.F.M. Irmã Maria Celeste.
No ano de 1986 ingressou na educação, na E.E.E.F.M. Simon Bolívar, porem seu trabalho ia além da sala de aula. Também atuava como instrutor de bandas nas escolas: Rocha Leal, Simon Bolívar, Almirante Tamandaré e Paulo Saldanha; época em que tínhamos concurso de fanfarras na Avenida XV de Novembro e os alunos se juntavam e tomavam conta da avenida para torcerem por suas escolas.
Durante toda sua caminhada como professor, trabalhou com a disciplina de matemática primeiramente como magisteriano, só no ano de 2002 pode concluir a graduação de matemática pela Universidade Federal de Rondônia. Professor por opção sempre gostou de ensinar, não só para os alunos com quem trabalhava, como também auxiliou muitos, com aulas de reforço, que precisavam passar em concursos ou recuperar suas notas, aulas essas nunca cobradas, seu pagamento era o sucesso das pessoas que o procuravam.
Música nato, Mário Quintão, como é popularmente chamado, gosta de cantar seus boleros e não se separa de seu violão. Chegando a cantar até com o famoso Waldik Soriano.
Hoje, aos 72 anos, está aposentado, contudo, continua dentro da escola não mais como professor, mesmo porque a idade não permite, mas como amigo da escola. Desenvolve um trabalho voluntário na horta da escola, indo todos os dias fazer a manutenção.
Fonte: O MAMORÉ
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