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Publicado em 15 de junho de 2017

Piloto foi agredido a coronhadas em cativeiro até que avião fosse vendido na Bolivia

O piloto foi colocado em um barco e levado para a cidade boliviana de Guayaramerín, que possui um porto situado na margem esquerda do rio Mamoré,
A aeronave foi monitorada até a região da fronteira com a Bolívia
O funcionário, identificado como Rogério Lana Gomes, de 61 anos, sequestrado no último dia 7 de junho, foi mantido em cativeiro em uma propriedade rural da Bolívia até que o avião Cesna, prefixo PR-ESC, pertencente ao Grupo Sesc, fosse 'comercializado'. Há suspeitas de que a aeronave tenha sido vendida a traficantes bolivianos.  A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar o roubo e sequestro. O piloto foi rendido por um homem pouco depois de aterrizar o avião e uma pista na região de Porto Cercado, a 250 km de Cuiabá. 

Caso
O avião monomotor, modelo Cessna, que foi roubado por um assaltante que também sequestrou o piloto, na última quarta-feira (7) no Hotel Sesc Porto Cercado, na região do Pantanal em Poconé, a 104 km de Cuiabá, foi detectado pela última vez voando na fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada pela Força Aérea Brasileira (FAB). O assaltante também não foi identificado ou preso até o momento. 

O piloto Rogério Lana Gomes, de 61 anos, pousava o avião, prefixo PR-ESC, na pista lateral do estabelecimento quando foi rendido por um assaltante. O criminoso entrou na aeronave e fugiu sequestrando com ele o piloto. 
 
Avião foi roubado no Hotel Sesc Porto Cercado, em Poconé, no Pantanal de Mato Grosso

De acordo com a FAB, a aeronave foi monitorada até a região da fronteira com a Bolívia, local onde o radar conseguiu captar o avião pela última vez, ainda na quarta-feira. Não se sabe se a aeronave saiu do alcance do radar, se pousou ou se conseguiu atravessar para o país vizinho. A FAB afirma que comunicou a Polícia Federal em Mato Grosso.  






Versão do Piloto
Lana foi ouvido por mais de três horas na Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá, nesta semana. O piloto somente teve contato com um dos criminosos, que seria um líder de uma quadrilha.

O bandido agiu em diversas situações com extrema violência e em ocasiões distintas o agrediu com coronhadas na cabeça, além de realizar diversas ameaças a sua família e  somente libertou o piloto após a venda da aeronave. Durante o período de cativeiro, a família da vítima também foi ameaçada. 

Da propriedade rural, o piloto foi colocado em um barco e levado  para a cidade boliviana de Guayaramerín, que possui um porto situado na margem esquerda do rio Mamoré, em frente município de Guajará-Mirim/RO, no Brasil. De lá, com ajuda de um motociclista, ele conseguiu um táxi e procurou ajuda das autoridades locais. Ainda não há informações sobre o paradeiro da aeronave.

Fonte: Olhar Direto e G1/MT
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