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Publicado em 5 de maio de 2017

Projeto Café Clonal é implantado para atender pequenos produtores em Guajará-Mirim

Projeto Café Clonal é implantado para atender pequenos produtores em
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Laudos técnicos serão feitos por alunos do curso de Gestão Ambiental da Unir
Os pequenos produtores rurais de Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, serão beneficiados com o Projeto Café Clonal. A iniciativa deverá atender diretamente 40 propriedades com a doação de 2.222 mudas de café para cada produtor selecionado.
O projeto foi idealizado e está sendo desenvolvido pela Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (Semagrip). De acordo com o órgão, a ideia nasceu em 2016, mas só foi colocada em prática no início deste ano com interação entre o município, Governo do Estado e os produtores. O chamamento público foi realizado no último mês de fevereiro e teve 47 inscritos. 

Projeto Café Clonal
Em entrevista o engenheiro agrônomo da Semagrip, Fábio Ferreira da Silva, que também é o coordenador do projeto, disse que a ação se baseia na produção de pés de café clonados, que irão produzir 100 sacos de grãos de café por hectare. Ou seja, dez vezes mais que um pé de café comum, que geralmente produz dez sacos de grãos de uma variedade normal por hectare.
"Esse é um projeto que visa dar alternativas para aumentar a renda dos pequenos produtores. As mudas modificadas são feitas com clones selecionados e estudados, altamente produtivos. A nova variedade é produzida com o cruzamento de mudas, tudo baseado em pesquisa científica, selecionando os melhores ramos. Portanto, não houve a utilização de sementes, somente os ramos. O plantio será feito com espaçamento de 3m x 1,5m", explicou o agrônomo.
Fábio explicou ainda que segundo o cronograma do projeto, as mudas devem ser entregues no mês de outubro e a previsão é que o plantio seja finalizado até o final de novembro.
O órgão conta com dois técnicos agrícolas, além de parcerias com a Secretaria Municipal de Meio Ambiental (Semma), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) e também com a Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir). 
"Estamos na fase de visitação nas propriedades para a elaboração dos laudos técnicos e as análises de solo, que deverão ser feitos até o final deste mês pelos estagiários do curso de Gestão Ambiental da Unir, sob minha orientação", disse.
O engenheiro também destacou os benefícios do projeto. "Além de ser uma forma de alavancar a economia do município, será importante para a renda de empregos na agricultura familiar, introduzir a cultura do café clonal na região. Ambientalmente o benefício será a utilização de pequenas áreas para a criação de novas florestas nativas", finaliza.
Nos meses de fevereiro e março deste ano foram realizadas duas reuniões com os produtores locais para apresentar o projeto. A previsão do órgão é que um novo encontro seja feito neste mês, ainda sem data definida.

Fonte: G1

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