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Publicado em 23 de maio de 2017

Orçada em R$ 14 milhões, obra de hospital está atrasada há 3 anos em Guajará-Mirim

Obra já recebeu vários prazos para conclusão, mas não foram cumpridos. Orçado em R$ 14 milhões, unidade está com 90% do prédio concluído.
Obras começaram em 2013, mas cheia atrasou construção, segundo Saúde
O novo Hospital Regional de Guajará-Mirim (RO), que começou a ser construído em maio de 2013 e era para ter sido entregue em 2014, ainda não foi concluído no Bairro Santa Luzia, a 330 quilômetros de Porto Velho. De acordo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), a obra da nova unidade, orçada em R$ 14 milhões, só será concluída no início de 2018.
Em entrevista, em agosto de 2015, o secretário estadual de saúde, Williames Pimentel, alegou que o atraso na obra aconteceu porque em 2014 o município foi atingido por uma cheia histórica e o órgão foi forçado a fazer uma alteração na programação de entrega, mas garantiu que o hospital seria concluído no prazo.
“Estamos em uma grande discussão com a bancada federal, junto ao Ministério da Saúde, para que os compromissos firmados na liberação dos recursos para a compra dos equipamentos sejam viabilizados”, disse o secretário na época.
Na última semana, o secretária adjunto de saúde do estado, Luís Eduardo Maiorquin, esteve em Guajará-Mirim para participar de uma audiência da Justiça e discutir sobre as próximas ações em relação ao Hospital Regional Perpétuo Socorro, que estava sob intervenção judicial e sendo administrado temporariamente por uma equipe do Estado.
Na ocasião, o G1 questionou Maiorquin sobre a conclusão da obra do novo Hospital Regional e também sobre a gestão da unidade, uma vez que ele estiver pronto.
Segundo o secretário adjunto, a unidade ficará pronta e será entregue para funcionamento no primeiro semestre do ano que vem. 
“Estamos trabalhando para a abertura do novo hospital, que será a partir de 2018. Os processos licitatórios de equipamentos e insumos já estão sendo feitos pela Sesau e também estamos planejamento um modelo de gestão no formato tripartite, ou seja, com administração do município, estado e união para o custeio dessa unidade hospitalar na fronteira com a Bolívia”, declarou o servidor.
Nesta semana a assessoria da Sesau informou que o prédio está 90% concluído e que o restante a verba já foi repassada para a construtora responsável. 

Fonte: G1

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