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Publicado em 15 de maio de 2017

Coluna Almanaque - O PREÇO DA VERDADE

Por Fábio Marques
Por Fábio Marques
Nas minhas conversas e andanças do dia-a-dia, vez por outra ainda encontro gente que me acusa de fazer uso dos sites da cidade para atacar e agredir pessoas. Mas é só uma questão de enfoque, pois pra mim agressão não se encontra em textos e palavras contra políticos que nada fazem. Para mim agressão de verdade é ter que assistir as pessoas à míngua nas filas do Hospital Regional e nos postos de saúde por falta de atenção, é permitir que nossos filhos não tenham futuro por não termos uma educação de primeira, o que faz com que muita gente seja obrigada a mandarem seus filhos estudarem fora, agressão é ter que se contentar com os recursos que poderiam servir para a saúde, educação, obras e serviços e até asfalto indo para a boca do lixo, agressão é ver as gafes e ratadas que ocorrem em algumas áreas do serviço público, pela falta de traquejo e know-how de pessoas pedantes que achavam que os problemas na coisa pública se resolviam com verborréias e bla-bla-blás.
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O problema é que aqui em Guajará-Mirim o “correto” é todo mundo ficar quietinho no seu canto, não protestar, não espernear, não acusar e nem reagir. Falando o português na lata: não fazer porra nenhuma. Hoje, salvo alguns vereadores, não vemos mais as entidades como a Associação Comercial, igrejas, órgãos sindicais e associações de bairros tomarem a frente e pedirem providências. Até agora nenhum líder destas entidades se levantou para reclamar as promessas de palanque do Executivo Municipal. Claro! Como já foi dito, o correto aqui em Guajará-Mirim é não falar nada, não fazer nada. Fulanos e sicranos não ganharam a eleição? Então que cada um vá cuidar de seus afazeres e a nau que fique à deriva.
Parece piada, mas a coisa aqui funciona assim.
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Já faz algum tempo que meu grande amigo Aluízio da Silva não aparece com seus artigos “preto no branco” nos sites da cidade. O que ocorre com um de meus pontas de lança no âmbito da imprensa, a quem apelidei com muito carinho de “A Máquina de Escrever”? E porquê os sites da cidade não o contratam? Porquê não aproveitam o talento de quem tem traquejo e pedigree para retratar as coisas que ocorrem no presente cotidiano de forma lúcida através de pinçadas agudas que nem sempre agradam aqueles que desejam ludibriar a boa-fé das pessoas, a história e a verdade? Temos em Guajará-Mirim meia dúzia de sites de notícias que possuem acessos a considerar, mas apenas a metade explora o metié das crônicas e dos cronistas. Ora! Quem escreve a história são os escribas. Então que procurem contatar e contratar o trabalho deste valente guerreiro das palavras que encontra-se à disposição do mercado de notícias a fim de oferecer a preços módicos seu humilde produto intelectual, o chamado pão espiritual, que se não sacia a fome, ao menos alimenta consciências.
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Na noite de sexta-feira tive a honra e a satisfação de receber no boteco de minha genitora, em frente ao Mercado Público, a visita dos amigos Leo Nogueira e Augustinho Figueiredo. Na rodada de debates ao redor de algumas Itaipavas Premium, críticas amenas em relação à atual gestão municipal e soluções criativas para os enfermos problemas da nossa amada Guajará-Mirim.
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