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Publicado em 12 de maio de 2017

Coluna Almanaque - A CÂMARA E A PREFEITURA

Por Fábio Marques
* Por Fábio Marques
Como todo governo que se inicia, a atual gestão municipal começou com erros e acertos. Ao prefeito Cícero Alves e seus asseclas, caberão exaltar seus acertos. Caberá à Câmara aplaudir os acertos e criticar os erros do Poder Executivo. Por outro lado, a população já está de saco cheio de ataques gratuitos e demagogia barata. Ela espera que seus líderes políticos, sejam do Poder Executivo ou do Legislativo, apresentem projetos viáveis para tirar Guajará-Mirim do atraso em que se encontra, que sejam sinceros em suas propostas e que deixem de conversa fiada. Acima de tudo é preciso entender que para alcançar objetivos maiores, os menores precisam ser dispersos.
À prefeitura cabe a tarefa de administrar os bens e serviços da cidade, assim como gerenciar o diferencial entre receitas e despesas, folha de pagamento, repasses do Governo Federal, contrato com fornecedores, cuidar da limpeza da cidade, da coleta do lixo, das ruas, praças e logradouros, do encascalhamento, do asfalto e serviços de tapa-buracos, cuidar da educação dando qualidade tanto para o corpo docente e demais empregados como para os alunos, e da saúde dando melhores condições para os médicos e equipes de enfermagem poderem tratar de maneira digna e condizente os cidadãos que procuram os postos de saúde para curar seus males físicos e sanar suas doenças.
É obrigação da Câmara legislar, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, servir como porta-voz da população, o elo de ligação entre os anseios do povo e o governo e procurar auxiliar o prefeito no que for preciso para melhorar a cidade, mas também cobrando atitude quando se sente que o mesmo não passa de um omisso sem poder de decisão ou, ao contrário, um fascista ferrenho; um prefeito medíocre e perdido ou, ao contrário, um tirano opressor.
Na relação entre Câmara e Prefeitura seria salutar que se pudesse remover do discurso entre esses poderes, a confusão que se faz entre suspeitas e direito de fiscalizar, este algumas vezes efetuado através de barreiras porque é encarado como ofensa a quem tem a obrigação de prestar contas à opinião pública. Ora! Quem não deve não teme. A considerar o interesse social, é preciso que tudo esteja sob controle, e aí a fiscalização da Câmara é de fundamental importância, mesmo que para isso consciências suscetíveis saiam feridas.
Onde está entrando dinheiro do povo, maior deveria ser a rigidez no controle dos gastos. Fazer mistério na aplicação dos recursos, esconder do público aquilo que é publico, faz imaginar a existência de coisas erradas ou obscuras.
Para se fazer uma administração séria, honesta e transparente, seria de bom patamar neste caso, que os índices de planilha da gestão fossem implantados nas áreas de Educação, Saúde, limpeza urbana, investimentos sociais e que houvesse publicidade a respeito das ações. Mais: que os desvios em relação ao que se prometeu (projeto de governo) tivessem planos concretos e com prazos fixados.
No mais é ficar na torcida para que vereadores e prefeito mantenham distância de balcões de negócios, conchavos, esquemas, trapaças políticas, abusos de direito, mutretas, gambiarras, queimas de arquivo, cálculos malfeitos y otras cositas más...
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