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Publicado em 24 de maio de 2017

Coletas de solo para análise química são realizadas na zona rural de Guajará-Mirim

Coletas de solo para análise química são realizadas na zona rural de Guajará-Mirim
Coleta faz parte do Projeto Café Clonal em Guajará-Mirim
Os pequenos produtores agrícolas da zona rural de Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, que serão beneficiados com o Projeto Café Clonal, tiveram coletas de solo feitas em suas propriedades para análise química em laboratório no último fim de semana. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (Semagrip), 47 propriedades serão atendidas até o final deste mês. O objetivo é verificar a qualidade da terra que posteriormente irá receber o plantio.
As coletas do solo para análise fazem parte do cronograma do Projeto Café Clonal. O procedimento foi feito por 11 estagiários do curso de bacharelado em Gestão Ambiental da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir), acompanhados por servidores da Semagrip e da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO).
O projeto deve aumentar o poder de produção dos agricultores e implantar de forma definitiva o cultivo do café clonal na região. Esta será a primeira vez que os produtores plantarão esse tipo de monocultura, que tem a capacidade de produzir dez vezes mais do que o café comum.
Coleta foi feita por estagiários da Unir
Em entrevista  o engenheiro agrônomo da Semagrip, Fábio Ferreira da Silva, disse que neste momento o projeto está somente na fase de coleta, mas que a entrega das mudas e o plantio nas propriedades rurais selecionadas deverão acontecer no segundo semestre deste ano.
“Estamos na fase de coleta, após essa fase cada produtor receberá 2.222 mudas de café clonado. A entrega e o plantio das mudas devem acontecer no mês de novembro. As mudas serão plantadas com espaçamento de 3m x 1,5m em um hectare de terra”, explica o servidor.
Fábio ressaltou também que depois de plantado, o café clonado vai florescer um ano depois, mas só estará com a capacidade de produção em um período de dois anos. Ou seja, a primeira colheita está prevista para ser feita somente em 2019.
“Um dos benefícios do plantio será o aumento da produção de colheita. Enquanto o café comum produz dez sacos por hectare, no mesmo espaçamento, o café clonado produzirá 100 sacos para colheita. O que significa que o produtor poderá aumentar também a extensão do seu negócio e melhorar sua renda familiar”, finalizou o engenheiro.

Fonte: G1
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