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Publicado em 15 de abril de 2017

Projeto recupera áreas degradadas de reservas extrativistas e unidades de conservação de Rondônia

Com o plantio de açaí, castanha-do-brasil, seringa e copaíba estão sendo recuperadas as áreas degradadas da Reserva Extrativista (Resex) Estadual Rio Cautário, que tem 146 mil hectares.
Viveiro de mudas para recuperação de áreas degradadas na Resex Rio Cautário
Com o plantio de açaí, castanha-do-brasil, seringa e copaíba estão sendo recuperadas as áreas degradadas da Reserva Extrativista (Resex) Estadual Rio Cautário, que tem 146 mil hectares. O gerente da Unidade de Conservação de Uso Sustentável da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Jorge Lourenço da Silva, disse que o projeto vem sendo desenvolvido em parceria com a comunidade local.
A Resex Rio Cautário abrange os municípios de Costa Marques, São Francisco do Guaporé e Guajará-Mirim, e foi a primeira do Estado de Rondônia contemplada com o projeto de Conservação e uso Sustentável, que proporcionará boas práticas aos extrativistas. “Os moradores da comunidade passarão a explorar as riquezas que a natureza lhes oferece, mas de forma sustentável”, afirmou Jorge Lourenço.
O projeto começou a ser desenvolvido em 2016, quando as áreas degradadas foram identificadas durante estudos do Plano de Manejo. “São áreas invadidas, onde se formaram pastos para criação de gado e invasões para roubo de madeira”, disse o gerente da Unidade.
O projeto que vem sendo desenvolvido por etapas incluiu também a implantação de um viveiro para produção das mudas, das espécies escolhidas pela comunidade, levando em conta o time de extrativismo da região. Na primeira fase foram produzidas 10 mil mudas de açaí, que foram consorciadas com milho e depois segue o consórcio com urucum e feijão Pitoco, uma espécie que não prejudica o plantio de açaí.
Segundo Jorge Lourenço, ano passado foram recuperados 10 mil hectares, e neste ano a meta é recuperar mais 30 mil hectares da Rio Cautário. “Este é um trabalho lento, que exige dedicação. Quando chegar o período do verão, teremos que ter implantado um sistema de irrigação para garantir o desenvolvimento das mudas”, explicou.
O projeto está em fase de implantação na Unidade Estadual Rio Preto de Jacundá, que fica no município de Machadinho do Oeste. Nesta unidade, o viveiro será três vezes maior que o da Resex Rio Cautário. O viveiro terá capacidade para produzir 30 mil mudas por etapa. As espécies a serem plantadas serão definidas durante reunião a ser realizada com a comunidade, que também será beneficiada com curso de capacitação para aprender a trabalhar e se tornar parte integrante do projeto. A Unidade Rio Preto de Jacundá tem 95 mil hectares, e deverão ser recuperados cerca de três mil.
O coordenador de Unidades de Conservação da Sedam, Denison Trindade, disse que o projeto de recuperação de áreas degradadas vai beneficiar centenas de famílias extrativistas de muitas comunidades do estado. “Essas famílias passarão a ter renda maior, pois passarão a comercializar o produto de forma direta, sem atravessadores”, revelou.
Com o desenvolvimento do projeto, o extrativista será capacitado a trabalhar em todas as etapas da produção, desde o plantio, passando pela colheita, até a comercialização do produto.

Fonte: Secom - Governo/RO
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