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Publicado em 14 de fevereiro de 2017

Paciente espera cirurgia há mais de 1 mês após quebrar clavícula em exame

Mulher caiu da maca durante um raio-x no hospital de Guajará-Mirim. Paciente está sendo acompanhado e queda foi incidente, diz unidade.
Com a clavícula quebrada em dois lugares e um edema na cabeça provocadas há mais de um mês por uma queda da maca da sala de raio-x do Hospital Regional Perpétuo Socorro de Guajará-Mirim
Com a clavícula quebrada em dois lugares e um edema na cabeça provocadas há mais de um mês por uma queda da maca da sala de raio-x do Hospital Regional Perpétuo Socorro de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho, a dona de casa Lucivanda Souza, de 43 anos, luta para conseguir fazer uma cirurgia, que segundo ela, já foi negada por duas vezes pelo Hospital João Paulo II, na capital.

Hospital João Paulo II
O G1 tentou contato com os setores de assistência social, regulação, gerência de enfermagem, Serviço de Arquivo Médico e Estatística (Same) do Hospital João Paulo II, mas não obteve nenhum posicionamento sobre o caso até o fechamento desta reportagem.

O caso
A paciente relatou que procurou o pronto socorro da unidade reclamando de fortes dores na coluna no último dia 26 de dezembro e foi atendida pelo médico plantonista. Em seguida foi encaminhada para tirar um raio-x, no mesmo prédio. Durante o procedimento, Lucivanda acabou caindo da maca e bateu a cabeça no chão, quebrando também a clavícula.
Ainda segundo Lucivanda, após o acidente ela foi encaminhada para o Hospital João Paulo II no mesmo dia, mas o médico que a atendeu colocou uma tipoia e receitou alguns medicamentos, em seguida a liberou, alegando que a fratura não era caso de cirurgia. As dores continuaram e no último dia 15 de janeiro a paciente deu nova entrada no hospital de Guajará-Mirim que novamente a encaminhou para a capital com um laudo comprovando a necessidade de cirurgia. Porém, mais uma vez a cirurgia não foi feita e ela recebeu alta, mesmo com a fratura.

Lucivanda Souza, mostra laudos, receituários médicos e encaminhamentos, mas cirurgia não foi feita na capital
 “Eu caí e estou com sequelas até hoje, não me recuperei ainda. Já fui para Porto Velho duas vezes, mas não consegui fazer cirurgia. O médico não quis me operar e me mandou embora para casa. Vivo com dores horríveis e estou desesperada. A profissional saiu e me deixou sozinha na sala, faltou cuidado da parte dela. Tenho tudo guardado comigo, receitas, laudos, raios-x, e nada foi feito ainda”, conta.

Hospital Regional de Guajará-Mirim
No dia 8 de fevereiro, a dona de casa foi atendida no Hospital Regional e mais uma vez recebeu um laudo médico de que precisa de uma cirurgia e também foi encaminhada para um neurologista para tratar do edema na cabeça causado pela queda. Segundo o setor de regulação do município, este tipo de procedimento pode demorar até quatro meses.
Segundo a direção da unidade, a paciente está sendo acompanhada pelo setor de serviço social desde o dia 16 de janeiro e que a queda da maca foi um incidente, pois na sala de raio-x fica apenas um profissional, devido a radiação. Só é permitida a entrada de acompanhantes quando o paciente não pode se locomover ou tem dificuldades, o que não era o caso de Lucivanda.
A paciente recebeu medicamentos do hospital e foi orientada pelo serviço social a fazer os agendamentos no setor de regulação do município, através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: G1
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