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Publicado em 2 de fevereiro de 2017

Após 7 anos em construção, creche de Guajará atenderá 130 crianças

Obra iniciou em 2010 e deveria ter sido concluída em 2011. Construção foi alvo de investigações por suspeita de fraudes licitatórias.
Obra da creche iniciou em 2010 e deveria ter sido
concluída em 2011 e foi alvo de investigações
Guajará-Mirim (RO), situada no Bairro Nossa Senhora de Fátima a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, estão em fase de acabamento e o prédio deve estar pronto para atender 130 crianças de 2 a 5 anos de idade que estão matriculadas desde 2016; as aulas serão em tempo integral e iniciam no próximo dia 15 de fevereiro.
Após sete anos em construção e diversos atrasos por irregularidades, as obras da Creche Municipal de
A obra iniciou em outubro de 2010 e deveria ter sido entregue em 2011 pronta para atender a demanda de alunos do ensino infantil. O orçamento era de R$ 1,5 milhão com recursos do Governo Federal através do Fundo Nacional de Desenvolvimento para Educação (FNDE), mas em maio de 2012 a Câmara Municipal de Vereadores aprovou um recurso adicional de R$ 300 mil porque o valor inicial não teria sido suficiente para conclusão da construção.
Em 2013, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação 8666 para combater desvios de verbas públicas por meio de fraudes em licitações de obras em Guajará-Mirim. Na época os alvos das investigações da PF e da Controladoria Geral da União (CGU) foram os prédios da Creche Municipal e o Centro de Psicomotricidade para reabilitação e fisioterapia de pacientes. As obras estavam atrasadas e havia suspeita de superfaturamento e fraude nas licitações.
Na operação foram cumpridos 19 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em Guajará-Mirim e Porto Velho.
Entre os presos estavam o ex-prefeito do município, Atalíbio Pergorini, além do ex-vereador Célio Targino de Melo e o ex-chefe de gabinete Dércio Marques; vários documentos foram apreendidos na sede da prefeitura. Os envolvidos foram investigados por suspeita dos crimes de falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, peculato, fraudes licitatórias e formação de quadrilha.
Desde então a obra foi embargada pela Justiça e acabou sendo alvo de ladrões que constantemente invadiam as instalações para praticar furtos de equipamentos e fiações elétricas. De acordo com a prefeitura, mais R$ 35 mil devem ser gastos nos acabamentos e reparos da obra, com previsão de conclusão até o próximo dia 14.

Fonte: G1.
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